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blog da positiv.a

Trocas positivas: 3 mudanças que você pode fazer pelo planeta agora

Mãos saindo da parede e trocando sacola plástica por saco feitos de rede de pesca ilustram as trocas positivas

Você sabia que é possível cuidar do planeta com pequenas mudanças no nosso dia a dia? Sim, é isso mesmo! E as trocas positivas estão aí para mostrar que dá para começar essas mudanças hoje mesmo. Vamos lá? 🙂 O que são as trocas positivas? Antes de qualquer coisa, é importante reconhecer que está tudo bem a gente não saber de tudo e que a mudança para um estilo de vida mais ecológico acontece no tempo de cada pessoa. Combinado? Dito isso, você sabia que a primeira escova de dentes que você usou na vida ainda está no planeta? Ou que as buchas de plástico comumente usadas na cozinha duram milhares de anos no meio ambiente? Pois é, esses são apenas alguns exemplos de produtos que estão no nosso dia a dia e que impactam, direta e indiretamente, a nossa saúde e o meio ambiente. E mesmo cientes disso, sabemos que nem sempre é fácil trocar os produtos convencionais, que já fazem parte da nossa rotina, por opções ecológicas e que respeitam o meio ambiente. Por isso, queremos mostrar que é, sim, possível cuidar do planeta com pequenas trocas positivas. Ou seja, mudar alguns hábitos que muitas vezes não fazem bem pro nosso corpo e nem para o planeta, mas não os questionamos por já fazerem parte da nossa rotina. Como fazer uma troca positiva? Mas, afinal, como podemos fazer as trocas positivas? Como inseri-las no dia a dia? Para te ajudar a dar esse primeiro passo, reunimos algumas mudanças que você pode adotar agora mesmo para ajudar o planeta. Vem ver: 1. Pequenas mudanças na nossa casa Se queremos mudar nossos hábitos, faz sentido começarmos pelo nosso universo particular, ou seja, pela nossa casa, certo? Por isso, acreditamos que fazer algumas trocas positivas, como se livrar dos produtos de limpeza convencionais que utilizamos na limpeza do lar. Aqueles milhares de produtos que muitas vezes são nocivos pra saúde, sabe? – por opções ecológicas e sustentáveis, faz toda a diferença. Às vezes, uma única alternativa de multiuso (como o multiuso da positiv.a!), por exemplo, substitui pelo menos 8 produtos diferentes e você, além de ter um melhor custo-benefício, colabora com o meio ambiente usando menos – ou nenhum – plástico. Ou também podemos começar pela troca da esponja convencional da nossa cozinha, que é feita de plástico e demora milhares de anos para se decompor, pelas buchas vegetais – que são naturais, biodegradáveis e compostáveis. 2. Que tal estender as trocas positivas para o autocuidado? Da mesma forma, optar por produtos de autocuidado que cuidam do nosso corpo e do planeta pode parecer uma atitude pequena, mas a longo prazo, acredite, gera um grande impacto positivo. E talvez saber que a sua primeira escova de dente ainda está no planeta seja o empurrão que você precisa para trocar as escovas convencionais, de plástico, pelas de bambu – que por ser feita de planta se biodegrada rapidamente! 3. Pequenas trocas, grandes impactos É claro que as trocas positivas não ficam somente no campo do consumo. Também é possível adotar atitudes nas demais áreas da vida. Reduzir a ingestão de carne, ler os rótulos dos produtos, optar por produtos com embalagens recicláveis ou reutilizáveis e dar preferência a produtos naturais são alguns dos milhares de exemplos que existem. Além disso, é preciso que as empresas assumam cada vez mais um compromisso com as questões socioambientais. Foi a partir desse questionamento e do repensar os nossos hábitos de consumo que nasceu a positiv.a: uma empresa que, por meio de produtos e serviços, dedica-se a restabelecer o equilíbrio entre meio ambiente e sociedade. Economia circular, agricultura familiar e reciclagem são alguns dos nossos pilares, e acreditamos que eles precisam estar cada vez mais no vocabulário das empresas, no Brasil e no mundo. Por isso, fica o convite: que comecemos hoje mesmo as pequenas mudanças, as nossas trocas positivas – e que no final farão grande diferença. Vem com a gente e conheça hoje mesmo os nossos produtos para a limpeza do seu lar e o cuidado com o seu corpo – e pode confiar que, enquanto eles cuidam de você, cuidam do planeta também, viu? <3

Como lidar com a privação de sono na maternidade?

Mãe e bebê asiáticas deitadas na cama ilustrando a privação de sono na maternidade

A privação de sono na maternidade é bastante comum e acontece quando a pessoa não dorme as horas necessárias para que o corpo se recupere e regenere – e isso pode acarretar em sérias consequências. Vamos entender melhor o que é a privação de sono e como lidar com ela da melhor forma? Afinal, a maternidade pode ter seus desafios, mas sabemos que ela também é recheada de momentos incríveis. Inclusive, por isso, é importante termos jogo de cintura quando nos deparamos com desafios como a falta de sono e o cansaço. Vamos lá! O que é a privação de sono na maternidade? A privação do sono na maternidade é muito comum, especialmente nos primeiros anos da criança, e acontece quando a pessoa não dorme o necessário. Normalmente, uma pessoa adulta precisa dormir de sete a oito horas por dia. Por outro lado, um recém-nascido dorme, em média, 16 horas. Mas se um bebê costuma dormir o dobro de horas que um adulto, a conta deveria fechar, certo? A resposta é: depende! Isso porque a maioria dos recém-nascidos costumam dormir esse período durante o dia inteiro e não de uma vez só, e isso acaba prejudicando o sono da mãe. Para além da falta de padrão no sono do bebê, a privação de sono pode ter como causa questões fisiológicas no pós-parto. Consequências da privação de sono na maternidade Aqui, vale lembrar: o nosso corpo fala! E os sinais e consequências da privação de sono durante a maternidade são parecidos – isso porque, muitas vezes, os sinais são deixados de lado, afinal, são muitas as tarefas que a mãe precisa realizar. No entanto, não devemos normalizar esse cansaço e caso você se identifique com algum dos sintomas abaixo, indicamos que busque sua rede de apoio e profissionais: Aumento da pressão arterial; Casos de arritmia; Dores crônicas; Ganho ou perda de peso; Sinais de depressão; Agravamento do quadro de diabetes; Prejuízos psicológicos. Como superar o cansaço da maternidade? A maternidade é transformadora e muito potente, mas isso não exclui os desafios diários que ela implica. A sensação de cansaço é constante e pode ser desmotivadora, não é mesmo? Nesse mesmo sentido, fazendo um paralelo com a síndrome do esgotamento profissional, também conhecida como burnout, nos Estados Unidos já se usa o termo “Mommy Burnout” para se referir à exaustão e estresse crônicos de mães sobrecarregadas em sua rotina. Assim como o burnout profissional, o quadro ocorre com maior frequência com mães que se cobram demais para atingir uma expectativa irreal de “maternidade perfeita”. Aqui, é importante ressaltar que caso um episódio como esse aconteça com você, é fundamental que tente lembrar que é impossível ser uma mãe 100% boa em 100% do tempo. Além do esgotamento constante, o “Mommy Burnout” também vem acompanhado de sintomas como irritabilidade, falta de interesse, motivação e propósito e pensamentos negativos frequentes. Por outro lado, vale lembrar: sentir-se cansada ao final de um longo dia é natural, contanto que a exaustão não se torne recorrente, fazendo com que a mãe perca seu interesse e motivação por coisas que antes gostava de fazer. Por isso, se sentir que as coisas estão muito difíceis, procure um profissional, porque é importante a avaliação, a medicação e o tratamento desse tipo de burnout. Se possível, divida as tarefas em casa e não hesite em pedir ajuda para a sua rede de apoio, certo? Como lidar com a privação de sono? Se você chegou até aqui, deve estar pensando que nunca mais terá uma boa noite de sono. É claro que isso depende muito do caso, do contexto e da vivência de cada família. O importante aqui é entendermos que existem algumas ações que podem ajudar as mães a lidarem com a privação de sono. Destacamos algumas delas: Mantenha um ruído branco no quarto O white noise (ruído branco) é um som que emite frequências na mesma potência, sem variações de intensidade. Na prática, ele é contínuo e é como se fosse uma barreira sonora para abafar sons vindo de fora. Essa dica funciona pois com o ruído branco o bebê tem a mesma sensação que sentia no útero, ouvindo os sons emitidos pelo corpo da mãe. Por isso, é uma ótima técnica para usar com recém-nascidos! Faça exercícios de respiração Colocar uma música lenta vai acalmar não só você mas o bebê também, pois isso vai desacelerar os batimentos cardíacos de ambos. E aproveite o momento para colocar sua respiração no mesmo ritmo da música e relaxar. Peça e aceite ajuda! Aqui fica um convite para um exercício diário: entenda que você no precisa (e nem consegue) dar conta de tudo sozinha. Por isso, divida as tarefas da casa e os cuidados das crianças com a pessoa companheira e sempre conte com a sua rede de apoio. Leia também: Fraldas ecológicas: do desafio à solução Reserve um tempo para o seu autocuidado O autocuidado não está relacionado somente com a estética, viu? Essa prática envolve também fazer as coisas que você gosta, nem que seja tirar um tempo para ficar sozinha em silêncio. Por fim, não esqueça de prestar atenção na sua respiração e de tentar viver o presente. Pois, apesar dos momentos difíceis, a maternidade é feita, principalmente, de momentos cheios de emoção em que você vai esquecer que obstáculos existem. Por isso, cuide-se para aproveitá-los ao máximo!

Estrias na gravidez: veja como prevenir e tratar

Mulher passando óleo de amêndoas na barriga de uma gestante

O aparecimento de estrias na gravidez é muito comum, especialmente a partir da 25ª semana de gravidez, devido ao ganho de peso e ao crescimento do bebê. As estrias costumam aparecer, principalmente, na barriga, nas mamas e coxas. No entanto, há algumas recomendações que podem ajudar a prevenir o aparecimento das cicatrizes, assim como também há maneiras de tratá-las caso elas já surjam no corpo da gestante. No post de hoje, te contamos tudo sobre o que são as estrias, como evitar e o que fazer para tratá-las! Vamos lá? O que são estrias? Estrias são cicatrizes que surgem quando há alteração da elasticidade da pele, isso é, quando acontece a destruição das fibras elásticas e colágenas da pele – responsáveis por dar firmeza e sustentação à pele. As parte mais afetada costuma ser o abdome, mas as estrias também costumam aparecer nas axilas, mamas, coxas e glúteos. Além disso, existem dois tipos de estrias: a vermelha e a branca. Quando são recentes, são de cor rosa ou púrpura e quando são mais antigas, ficam esbranquiçadas. Dito isso, as estrias na gravidez costumam surgir a partir da 25ª semana, quando há um maior estiramento da pele devido ao ganho de peso e crescimento do bebê. Como evitar estrias na gravidez? Em primeiro lugar, precisamos normalizar o surgimento das estrias na gravidez. Afinal, por serem causadas pelo estiramento da pele em um curto período, seu aparecimento é muito comum, já que uma das principais alterações no corpo durante a gestação é o aumento das dimensões do corpo. Além disso, é importante ressaltar que as estrias também têm origem genética. Ou seja, se o histórico familiar da gestante é de outras mulheres com bastante estria, a chance do aparecimento das cicatrizes é muito maior mesmo tomando todos os cuidados. Dito isso, existem algumas recomendações de como evitar estrias na gravidez e a seguir abordaremos 4 delas! Vamos conferir? 1. Hidratação diminui a chance de estrias na gravidez A hidratação da pele é fundamental durante a gravidez. O uso de cremes ou óleos corporais em todo o corpo, por pelo menos duas vezes ao dia, é fundamental para reduzir as chances do aparecimento das estrias. Outro ponto importante é a escolha dos produtos durante a gestão. Isso porque a gestante deve se atentar ao seu tipo de pele e, principalmente, às formulações – uma vez que algumas substâncias utilizadas na indústria cosmética convencional devem ser evitadas durante a gestação. Por isso, é importante optar por produtos puros como o óleo de amêndoas e o óleo hidratante de coco positiv.a – que dispensam o parabeno em sua composição e tem fórmula 100% pura e natural, sem fragrância derivada de petróleo! 2. Fuja das roupas apertadas! Gestantes devem evitar roupas muito justas ao máximo! Isso porque as peças apertadas podem atrapalhar a circulação sanguínea e desencadear o aparecimento de estrias. Por isso, sempre que possível, opte por peças de roupas mais confortáveis, largas e que não prendam o corpo. 3. Massagem Massagens também são uma ótima opção para prevenir estrias na gravidez. Neste caso, a própria gestante pode fazer os movimentos leves de baixo para cima nas áreas mais afetadas durante o momento da hidratação do corpo. Outra opção é procurar por profissionais que fazem drenagem linfática. 4. Cuidado com a alimentação A alimentação é um item fundamental para o desenvolvimento saudável da gestação. Durante esse período, é muito importante que a gestante busque o acompanhamento de um nutricionista. Dito isso, algumas recomendações são bastante conhecidas: alimentos ultraprocessados, muito gordurosos ou com excesso de sal e açúcar devem ser evitados durante a gravidez, pois podem gerar um aumento de peso exagerado, contribuindo para o surgimento de estrias e outros problemas na gravidez. Por outro lado, castanhas, nozes e folhas escuras são boas opções de alimentos para serem consumidos durante a gestação a fim de evitar as estrias, uma vez que estimulam o colágeno. Além disso, não podemos esquecer de mencionar a água! Afinal, ela é uma das principais responsáveis por evitar estrias na gravidez. E para saber a quantidade ideal de água por dia, indicamos consultar o médico, pois pode variar de acordo com o peso e a saúde do bebê. Leia também: Maternidade ecológica: cuidar com natureza O que fazer com as estrias na gravidez? Tomou todos os cuidados mas, mesmo assim, as estrias na gravidez apareceram? Pode ficar tranquila que existem maneiras de tratá-las e algumas delas são: 1. Aplicação de cremes Os cremes mais utilizados para tirar vermelhas na gravidez têm em sua composição vitamina C, vitamina E e ácido glicólico – responsáveis pela produção de colágeno e elastina, que são necessários para a renovação e aumento da elasticidade da pele. Na hora da aplicação do creme, recomenda-se que seja feita uma massagem nos locais das estrias a fim de ativar o fluxo sanguíneo e diminuir as estrias de forma mais rápida. 2. Uso de óleos para as estrias na gravidez Durante a gestação, recomenda-se o uso de óleos ricos em vitaminas E, C e A para tirar as estrias vermelhas, uma vez que elas aumentam a produção de colágeno, dão mais elasticidade à pele e auxiliam na produção de novas células, reparando a pele danificada. 3. Alimentos ricos em colágeno Os alimentos ricos em colágeno, como oleaginosas, feijão e alho, podem ajudar a tirar as estrias na gravidez, afinal, como já mencionamos, o colágeno ajuda na firmeza e na elasticidade da pele. Além disso, a vitamina C também é uma ótima aliada no processo de estimular a produção de colágeno. Por isso, aposte em alimentos como acerola, laranja, amoras e muitas outras frutas. Por fim, devemos lembrar que o surgimento das estrias na gravidez é natural, mas que é possível tentar evitá-las e, caso elas apareçam, também é possível tratá-las. E para tornar esse processo mais simples e fácil, clique no banner abaixo e confira produtos 100% puros e naturais para mães e bebês! 🙂

Selo agricultura familiar: entenda a importância

selo agricultura familiar da positiv.a - Dona Zizi e Seu Adão

Já ouviu falar no selo agricultura familiar? Ele é um dos que mais enchem a gente de orgulho pela nossa história e, neste post, você entenderá a sua importância! O que é o selo agricultura familiar? O selo agricultura familiar (SENAF), existe desde 2006 e tem como objetivo fomentar, incentivar e acompanhar o trabalho de pequenos agricultores. Hoje, estima-se que a maior parte da nossa agricultura esteja na mão de pequenos produtores. Se você gosta de mandioca (aipim ou macaxeira), por exemplo, vai se surpreender quando souber que quase 87% da produção é de agricultura familiar! Além disso, também podemos citar 70% do feijão, 46% do milho, 38% do café, 34% do arroz e tantos outros alimentos que estão diariamente nas nossas casas. Para quem produz, o selo agricultura familiar não só agrega valor, mas demonstra que aquela empresa cuida de forma responsável de toda a sua cadeia de fornecedores. Já para o agricultor familiar, as vantagens são ainda maiores, indo desde a melhor rastreabilidade da produção, incentivo e valorização da produção local. Quais são os tipos de registro SENAF? Atualmente, dentro do Governo Federal, existem sete modalidades do Selo Nacional da Agricultura Familiar.  Essas informações foram retiradas do site oficial, e você pode consultar a publicação na íntegra aqui: I – SENAF: do agricultor familiar ou das formas de organização de agricultores familiares. II – SENAF Mulher:  da mulher agricultora familiar ou das formas de organização de agricultores familiares, desde que o quadro social seja constituído mais da metade de mulheres agricultoras familiares. III – SENAF Juventude: do agricultor familiar de 15 (quinze) a 29 (vinte e nove) anos de idade ou das formas de organização de agricultores familiares, desde que o quadro social seja constituído mais da metade de jovens agricultores familiares desta faixa etária. IV- SENAF Quilombola: do quilombola agricultor familiar ou das formas de organização de agricultores familiares, desde que o quadro social seja constituído mais da metade de quilombolas agricultores familiares. V – SENAF Indígena: do indígena agricultor familiar ou das formas de organização de agricultores familiares, desde que o quadro social seja constituído mais da metade por indígenas agricultores familiares. VI – SENAF Sociobiodiversidade: concedido exclusivamente aos produtos de que trata a Portaria Interministerial nº 284, de 30 de maio de 2018, do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério do Desenvolvimento Social, ou de outro normativo que vier a substituí-la. VII – SENAF Empresas: da pessoa jurídica adquirente dos produtos de agricultores familiares ou das formas de organização dos agricultores familiares. Por que trabalhar com agricultura familiar? A sustentabilidade das famílias que vivem da agricultura precisa ser alvo da nossa atenção.  Além disso, quanto mais reconhecimento desse trabalho, mais chances os pequenos agricultores têm de crescer, investir em tecnologia, sustentabilidade e cuidado com a natureza. Quais as outras certificações da positiv.a? Aqui na positiv.a, temos muito orgulho em ter esse selo! Nós priorizamos a agricultura familiar nas nossas linhas de limpeza e autocuidado e mantemos nossos pés na natureza. Juntos, somos Oceano e estamos cuidando todos os dias do planeta em que vivemos! Além desse selo, você também pode conferir as nossas outras certificações neste post aqui. Portanto, agora que você já sabe a importância do selo agricultura familiar, vem com a gente espalhar essa mudança!

Dia da Terra: da origem da data até a sua importância nos dias de hoje

Imagem do planeta Terra feita no Dia da Terra, pela Nasa

No dia 22 de abril de 1970, o senado estadunidense estabeleceu que naquela data seria celebrado, anualmente, o Dia da Terra. A comemoração se deu após o derramamento de 11 milhões de litros de óleo no mar de Santa Bárbara, em 1969, após um acidente em uma plataforma de perfuração offshore. 22 de abril: Dia da Terra Essa data é uma grande oportunidade para informar a sociedade sobre os problemas ambientais e o que podemos fazer, enquanto pessoas e coletivo, para conter as mudanças climáticas e a destruição do meio ambiente. Inicialmente comemorado apenas nos Estados Unidos, o Dia da Terra ganhou relevância internacional somente no início dos anos 1990, quando mobilizou milhões de pessoas. Desde então, o Dia da Terra alcançou dimensões globais e continua a ser uma data fundamental para ampliarmos a nossa compreensão acerca das questões ambientais e da importância de protegermos o planeta. Como surgiu a data? No dia 22 de abril de 1970, em reação ao desastre ambiental que ocorreu em Santa Bárbara, milhões de pessoas foram às ruas de diversas cidades nos Estados Unidos para protestar contra as crises ambientais da época. Inspirado pelas manifestações contra a crise ambiental provocada pela poluição atmosférica, a poluição das águas e o derramamento de óleo, Gaylord Nelson levou ao congresso medidas para debater e solucionar problemas ambientais. As medidas foram aprovadas e assim foram criadas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e leis como a Lei Nacional de Educação Ambiental. Leia mais: Dia de Sobrecarga da Terra: nossa real demanda por recursos naturais Importância do Dia da Terra Foi em 1950, após uma série de desastres nos EUA, que cientistas do mundo todo começaram a dar mais atenção aos impactos que a rápida industrialização estava causando no meio ambiente. Além disso, a preocupação com a fome em massa, o grande crescimento populacional, a poluição do ar e da água deram impulso para que o movimento ambientalista surgisse. Essas preocupações somaram-se ao desastre ocorrido em Santa Bárbara e a criação do Dia da Terra e levaram os debates ambientais à ordem do dia. Desde então, diversas ações e entidades passaram a articular ações em prol do planeta. A Earth Day Network, por exemplo, uma organização que coordena o movimento, promove diversos eventos, transmissões pela internet e debates com personalidades para celebrar o Dia da Terra. Além disso, a data se tornou um importante acontecimento educativo e informativo para a reflexão acerca dos problemas e soluções relacionadas ao meio ambiente. Pequenas atitudes, grandes impactos Enquanto escrevo este texto, me questiono: será que existe algo que possamos fazer, enquanto cidadãos e cidadãs, para “celebrarmos” o Dia da Terra? A resposta é: sim! Isso porque, de acordo com o Latin American Quality, existem algumas atitudes que podemos tomar que, por mais que pareçam pequenas, geram um grande impacto. São elas: Substituir as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras de energia; Desconectar os aparelhos eletrônicos ao máximo; Ensinar às crianças que apreciem e cuidem da natureza; Refletir sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente; Evitar o consumo de carnes, alimentos processados e considerar uma alimentação sem carne. Por fim, não podemos deixar de fora um item fundamental: reavaliarmos nosso consumo! E se você não sabe por onde começar, como um dia também não soubemos, que tal começar a praticar o consumo consciente hoje mesmo? Afinal, sabemos que cada passo conta! Aproveite o Dia da Terra para dar esse passo positivo e conte com a gente para iniciar essa jornada! 😉

Dia dos povos indígenas: entenda a importância da data

O Dia dos Povos Indígenas, também conhecido como Dia do Índio, remete ao dia em que lideranças indígenas, representantes de várias etnias de países como Chile e o México, reuniram-se, em 1940, no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. A celebração da data tem como propósito a preservação da memória e a reflexão crítica nas escolas e demais instituições sobre o passado da colonização europeia no continente americano. Para além disso, também é preciso refletir: conhecemos, de fato, os povos originários desta terra? Sabemos quais são seus direitos? Continue a leitura para entender a importância do Dia dos Povos Indígenas! Quem são os povos indígenas? A expressão povos indígenas faz referência a grupos humanos espalhados pelo mundo todo e que são bastante diferentes entre si. Nesse sentido, estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de mil povos indígenas, também chamados de originários, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. De acordo com o Censo IBGE 2010, encontramos no Brasil 256 povos, com mais de 150 línguas diferentes, Além disso, a maior parte dessa população distribui-se por milhares de aldeias, situadas no interior de 726 terras indígenas. O que sabemos sobre os povos originários do Brasil? Quando falamos em povos indígenas no Brasil, falamos, basicamente, em seis coisas: Quando os portugueses chegaram para colonizar estas terras que posteriormente seriam chamadas de Brasil, já havia povos originários que ocupavam territórios específicos; Não sabemos exatamente de onde vieram, por isso, dizemos que são povos originários ou nativos, pois estavam aqui antes da ocupação europeia; Alguns grupos de pessoas que vivem atualmente no território brasileiro estão historicamente vinculados a esses primeiros povos; Os indígenas que estão hoje no Brasil têm uma longa história, que começou a se diferenciar da civilização ocidental ainda na chamada “pré-história”; Como todo grupo humano, os povos indígenas têm culturas que resultam da história de relações que se dão entre os próprios homens e entre estes e o meio ambiente; A divisão territorial em países (Brasil, Venezuela, Bolívia etc.) não coincide, necessariamente, com a ocupação indígena do espaço, pois, em muitos casos esses povos já ocupavam áreas antes das divisões entre países. Você também vai gostar: PL do Veneno: o que isso tem a ver com você? Quais direitos a Constituição garante aos povos indígenas do Brasil? Em primeiro lugar, é importante pontuar que a Constituição Federal de 1988 trouxe mudanças expressivas na política para os povos indígenas do Estado brasileiro. Isso se deu, principalmente, por conta da pressão dos movimentos indígenas em 1967. E a partir disso, o Estado passa a defender os direitos desses povos, abrindo espaço para uma educação diferenciada e para o respeito às suas tradições, organizações e culturas – políticas encabeçadas pela FUNAI (Fundação Nacional do Índio). O direito à educação escolar dos povos indígenas Na Constituição de 1988, é conferido o direito à educação escolar dos indígenas que concede destaque especial a métodos próprios de aprendizagem e ao uso da sua língua materna. Tendo em vista esse objetivo, o Ministério da Educação, em 1994, elaborou as Diretrizes para a Política Nacional de Educação Escolar Indígena, que norteou as normas específicas para a elaboração de uma educação diferenciada aos povos indígenas. Respeito à organização social, às crenças e tradições O art. 231 da Constituição evidencia a preocupação do Estado em romper com a política integracionista (ou seja, o abandono forçado dos indígenas dos seus costumes). A partir desse artigo, os indígenas passam a ter direitos sobre sua identidade, seu modo de viver e sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Defesa de seus direitos e interesses Essa é uma mudança importante que a Constituição traz porque, até 1988, entendia-se que os indígenas eram inaptos para se defenderem sozinhos. Por isso, era necessária a tutela pelo órgão indigenista. Ou seja, eles eram vistos sem distinção de idade, como menores. Com o art. 232, fica determinado que os povos indígenas, seja individualmente ou por meio de suas comunidades e organizações, são aptos para entrarem em defesa de seus direitos e interesses. Esses são apenas alguns dos direitos conquistados pelos indígenas na Constituição Federal de 1988. Existem outros direitos que representam grande avanço para essa população, como a garantia de direitos sociais, o CPF e o RG. Por fim, são conquistas que ilustram a importância de falarmos sobre o Dia dos Povos Indígenas, popularmente conhecido como Dia do Índio. Viva os povos originários e suas culturas! Fonte: Povos Indígenas no Brasil Politize!

Ylang Ylang: conheça as propriedades dessa flor!

água bioativa ylang ylang

Ah, a flor de Ylang Ylang! Aqui na positiv.a, amamos tudo o que ela pode nos dar quando o assunto é autocuidado.  Neste post, você conhecerá mais sobre ela e descobrirá essa flor é mais multifuncional do que imagina. Boa leitura! O que é Ylang Ylang? Ylang Ylang é uma flor proveniente da árvore Cananga odorata. Além disso, a sua origem remete às regiões nativas de países que circundam o Oceano Índico, como Índia, Malásia, Indonésia, Filipinas e também algumas partes da Austrália. Essa flor tropical também é cultivada em solo brasileiro, mas em pequena quantidade. De cor amarela bem viva e botões alongados, ela tem inúmeras propriedades, que são fundamentais para a nossa saúde e bem-estar.  Quais as propriedades do Ylang Ylang?  Basicamente, entre as maiores propriedades e funcionalidades dessa flor índica, podemos destacar: Melhora do humor; Redução da ansiedade; Propriedades afrodisíacas; Redução da pressão sanguínea; Combate ao estresse; Alívio de palpitações e taquicardia; Estímulo da produção de óleo na pele e no couro cabeludo; Alívio de problemas estomacais; Redução de dores de cabeça; Entre outros! Vale lembrar que o Ylang Ylang não é um medicamento. Portanto, sempre consulte um médico especialista antes de qualquer uso! Tantas propriedades são encontradas na flor por causa do linalol, um composto de substâncias antiinflamatórias, antifúngicas e antibacterianas. Isso explica porque ela combate o estresse, dores em geral e várias inflamações ao corpo. Além disso, ela também é uma grande aliada da autoestima, porque a sua ação imediata no sistema nervoso central, depois de acalmar, dá a sensação de bem-estar e energiza também. Quais as melhores formas de usar essa flor?  Caso você opte pelo uso de óleos essenciais, é muito importante que você não aplique diretamente na pele! A melhor maneira de usar óleos essenciais é misturado com cremes, óleos e pomadas. Da mesma forma, você também pode usar com difusores, aromatizadores e na forma de incensos. Da mesma forma, também é possível diluir em água e passar no couro cabeludo, massageando em movimentos circulares para acabar com o ressecamento e descamação. Ah, e atenção! A flor de Ylang Ylang é tóxica para pets! Por isso, o seu uso não é recomendado, e produtos com essa matéria-prima precisam ser mantidos longe dos nossos bichinhos. Conheça a água bioativa de Ylang Ylang da positiv.a! Aqui na positiv.a, nós temos a nossa água bioativa de Ylang Ylang, que não só é sucesso de vendas, mas a queridinha do nosso público. Com ela, você terá todos esses benefícios, e o melhor de tudo: ela pode ser aplicada diretamente na pele, usada como um perfume refrescante e até mesmo para revitalizar os fios do cabelo! Só amor, né? <3 Nossa água bioativa é especial porque vem de produção agroflorestal, e resulta da destilação da flor.  Além disso, é pura, 100% orgânica, livre de químicos. E, ainda vem dentro de uma embalagem de vidro maravilhosa, que pode ser utilizada por anos! Portanto, agora que você já sabe tudo sobre Ylang Ylang, que tal visitar o nosso site e garantir a sua com desconto para leitores do blog? Vem!

Umectação capilar: veja o que é e como funciona o tratamento

Mãos segurando manteiga de cupuaçu para fazer umectação

Se você está buscando alternativas para hidratar e nutrir o cabelo, você precisa conhecer a umectação! Baseada na técnica milenar que as mulheres indianas utilizam para nutrir suas madeixas, a umectação vem conquistando cada vez mais espaço na rotina de quem está na busca por fios mais fortes e nutridos. Ainda não conhece a umectação? Então continue a leitura para saber tudo sobre o tratamento! O que é umectação? A umectação é um tratamento feito à base de óleo vegetal, que busca nutrir e fortalecer o cabelo. Além disso, uma das principais funções da umectação é repor a oleosidade necessária e recuperar fios danificados. O uso de óleos é recomendado para todos os tipos de cabelos, principalmente os cacheados e crespos. Atualmente, a indústria cosmética já vende os óleos prontos para uso e com os princípios ativos certos para cada tipo de cabelo. Como fazer umectação capilar? Em primeiro lugar, existem dois tipos de umectação: a normal e a noturna. Abordaremos as duas formas a seguir, portanto, escolha o óleo de sua preferência e se prepare para anotar as dicas! Se você deseja fazer a umectação normal, é importante não lavar o cabelo antes do procedimento; Separe o cabelo em mechas, para deixar a aplicação mais fácil; Aplique o óleo no comprimento dos fios, mas sem passar na raiz – só se a sua raiz for muito ressecada; Envolva o cabelo em um lenço ou touca e deixe agir por cerca de 30 minutos – caso você tenha disponibilidade, no entanto, o ideal é deixar o tratamento agir por 2 horas; Por fim, lave o cabelo com o método UCPE (Umectar, Condicionar, Pausar e Enxaguar)! Para o tratamento, você pode usar um dos óleos recomendados, como o óleo de coco, por exemplo, ou a manteiga de cupuaçu – que é super recomendada devido às suas propriedades nutritivas. Uma outra opção para quem não tem tempo de fazer a umectação durante o dia, é optar pelo tratamento noturno. A aplicação e o tipo de óleo usado na umectação normal e noturna são iguais. O que muda é que, no tratamento noturno, será necessário lavar o cabelo logo de manhã. A grande vantagem de fazer a umectação noturna é que o produto age no cabelo por muito mais tempo se comparado ao tratamento regular. Você também pode se interessar: Shampoo sólido é melhor que shampoo líquido? Quais os benefícios do tratamento? São muitos os benefícios da umectação capilar, já que ela serve para oferecer os nutrientes que faltam ao cabelo. Mas, dentre os principais, podemos citar: O fortalecimento do cabelo, uma vez que a intensa nutrição do tratamento deixa os fios mais saudáveis e fortes; Redução da quebra dos fios; Combate o ressecamento e a porosidade; Fortalecimento da fibra capilar; Eliminação da formação de nós. E não para por aí! São muitos os benefícios da umectação capilar 🙂 E você pode começar hoje mesmo, usando o nosso óleo hidratante de coco ou a manteiga de cupuaçu. E você? Conhece outras vantagens do tratamento? Conta pra gente nos comentários! 🙂

Sabonetes positiv.a: um banho de natureza para você!

novos sabonetes positiv.a

Os sabonetes positiv.a já eram incríveis, mas agora estão ainda mais cheirosos e em oito (isso mesmo que você leu – 8!) novas versões que vão te proporcionar um verdadeiro encontro com a natureza. Vamos conhecer cada um deles? Leia também: Autocuidado positiv.a: nossa linha para cuidar de você! Conheça os novos sabonetes positiv.a! Nossos sabonetes vegetais são uma verdadeira imersão na natureza! Feitos com manteiga de cupuaçu, óleo de gergelim e óleos essenciais, são perfeitos para quem quer manter a pele hidratada, limpa e livre das alergias que os sabonetes convencionais causam. Além disso, nós escolhemos os óleos essenciais porque eles são a alma das plantas! Não utilizamos fragrâncias artificiais na composição, porque os óleos dão todo o perfume que amamos sem prejudicar a pele e o planeta. Todos os sabonetes da positiv.a são livres de agrotóxicos, lauril (a nossa espuma é do bem, você vai sentir a diferença imediatamente!), vindos de agricultura familiar e zero plástico. Com eles, é só fechar os olhos e curtir a imersão na natureza que só a positiv.a pode te proporcionar! Sabonete de limão siciliano A primeira novidade é para quem ama cheirinhos cítricos! Dessa forma, o sabonete de limão siciliano da positiv.a é levemente adocicado, e as propriedades do óleo essencial melhoram a memória, ansiedade, estresse e insônia. Além disso, ele também é importante para melhorar a circulação sanguínea. Então, seu uso pode melhorar a aparência de celulites e a retenção de líquidos. Sabonete de erva-doce Popularmente conhecido como funcho, a erva-doce é um verdadeiro carinho para o seu corpo.  Além disso, pode aliviar dores musculares, relaxar e controlar a ansiedade. Já sabe qual escolher depois de um dia intenso de trabalho, né? Sabonete de cravo Nosso sabonete de cravo veio para quem gosta de essências marcantes! Seu aroma é forte, intenso, afrodisíaco e cheio de atitude. Portanto, se você quer uma opção com propriedades fungicidas, anestésicas e revigorantes, escolha o de cravo sem medo! Sabonete de patchouli O patchouli também tem a pegada afrodisíaca, como o de cravo. No entanto, ele é mais adocicado com um toque floral originário do sul da Ásia. Então, se você gosta de um aroma mais místico, sedutor, introspectivo e também quer regenerar, tonificar e nutrir a pele, vai de patchouli! Sabonete de laranja doce Laranja doce? Queremos também!  Cítrico e ao mesmo tempo adocicado, esse sabonete da positiv.a é perfeito para ajudar na melhora da circulação da digestão e diminuir a oleosidade da pele sem ressecar.    E se você está se perguntando sobre as opções de lavanda e capim-limão, pode se despreocupar!  Agora, você tem 10 motivos para ter uma vida mais positiv.a e que cuida do planeta ao mesmo tempo em que cuida de você. Compre agora os sabonetes da positiv.a! Gostou das novas essências dos sabonetes positiv.a e está procurando por uma opção vegana, ecológica, que prioriza a agricultura familiar e a economia circular? Então, vem com a gente! Clicando no banner abaixo, você pode comprar todos eles com precinho especial e desconto para leitores do blog. <3   

Conheça todas as certificações da positiv.a!

uma embalagem com certificações de sustentabilidade

Você sabe quais são as certificações da positiv.a? Se você acompanha nossas redes sociais, certamente já ouviu falar de algumas delas – sim, a gente ama falar sobre a importância dessas conquistas! <3 A seguir, falaremos sobre algumas das certificações que nos ajudam a continuar gerando impacto positivo! Quais são as certificações da positiv.a? Não é segredo pra ninguém: a gente ama falar sobre as certificações da positiv.a! E não é à toa, afinal, construímos uma história com cada uma delas. Vamos ver quais são as principais? Certificação da eureciclo As empresas que carregam o selo eureciclo assinam o compromisso com o desenvolvimento da reciclagem no Brasil, bem como com a valorização do trabalho de operadores de coleta e triagem. A história da positiv.a com a eureciclo teve início logo no começo de nossas operações, em 2017. E, desde então, fomentamos a reciclagem de muito, mas muito material, incluindo papel e plástico. Selo da Agricultura Familiar O Selo da Agricultura Familiar é uma importante ferramenta criada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para identificar os produtos deste setor que vem crescendo e se organizando para produzir mais e com mais qualidade. Para quem produz, o selo funciona como um agregador de valor, uma vez que o produto vindo da agricultura familiar promove valores cada vez mais exigidos pelos consumidores. Dessa forma, a iniciativa contribui para que a agricultura familiar se organize cada vez mais e qualifique suas ações comerciais. Por outro lado, para quem adquire os produtos com o selo, o resultado é a garantia de saber a origem dos produtos consumidos, além de contribuir para a promoção da sustentabilidade, da responsabilidade social e ambiental e da valorização da produção regional. Por aqui, temos muito orgulho de ter como um dos pilares principais a Agricultura Familiar. Inclusive, o primeiro produto da positiv.a foi a Bucha Vegetal – fruto de pequenos agricultores (da Dona Zizi, lembra?) lá de Minas Gerais. E esse é só um exemplo! Temos também o algodão orgânico, os óleos essenciais que são extraídos de produções agroflorestais… E por aí vai! <3 Certificado Produto Vegano (SVB) O Certificado Produto Vegano da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) concede a produtos de diversas categorias um selo vegano confiável e reconhecido nacionalmente. O selo é dado ao produto e não à empresa ou marca, portanto, qualquer indústria pode solicitá-lo. Sendo assim, ao obter o Selo de Produto Vegano em determinado produto, a empresa certifica aos consumidores que: O produto não tem ingredientes de origem animal; A empresa não testa produtos finalizados em animais; Os fabricantes e fornecedores não testam os ingredientes e matérias-primas em animais. Por isso, falamos com grande alegria dos nossos produtos que têm o selo, afinal, esta é uma certificação importante e rigorosa! A positiv.a é uma Empresa B! O Sistema B reúne empresas com um propósito em comum: buscar uma nova “genética” econômica, que permita que os valores e a ética caminhem lado a lado na sugestão de soluções coletivas, sem deixar de lado as necessidades individuais. Sendo assim, as Empresas B agregam pessoas que querem trabalhar por um mundo melhor, com base no bem-estar das pessoas, da sociedade e da Terra, de forma a gerar impacto positivo no mundo e para o mundo! Além disso, as empresas certificadas pelo Sistema B buscam utilizar a lógica do mercado para solucionar problemas sociais e ambientais. Da mesma forma, o sucesso das Empresas B é medido pelo bem-estar das pessoas, da sociedade e da natureza. Por isso, temos muito orgulho da nossa história com o Sistema B e de fazer parte desse movimento! Esperamos que cada vez mais empresas façam parte dessa rede! <3 Capitalismo Consciente O Capitalismo Consciente é um movimento global que se originou nos Estados Unidos a partir de um estudo que tinha como objetivo verificar como algumas empresas conseguiam manter alta reputação e fidelidade dos clientes sem investimentos exorbitantes em publicidade. Da experiência, saíram os pilares que regem o movimento: Propósito maior: o propósito de uma empresa deve ser muito mais do que simplesmente gerar lucros; Cultura consciente: é a incorporação dos valores, princípios e práticas implícitos ao tecido social de uma empresa; Liderança consciente: os líderes são responsáveis por servir ao propósito da organização, criando valor para todas as partes interessadas e cultivando uma cultura consciente de confiança e cuidado; Orientação para stakeholders: um negócio deve gerar diferentes valores para todas as partes interessadas, os chamados stakeholders. Compromisso Global da Fundação Ellen MacArthur Ao assinarem o Compromisso Global, empresas e governos se comprometem a mudar a forma de produzir, usar e reutilizar plásticos. Além disso, também se propõem a inovar para que todos os plásticos sejam reutilizados, reciclados ou compostados em segurança. Esse compromisso converge com o nosso propósito, já que por aqui todas as nossas embalagens são pensadas a partir de materiais sem plástico – ou com plástico reciclado e reciclável! E aí? Você já conhecia essas certificações? Conhece outras que convergem com nossos valores? Conta pra gente nos comentários! 😉