Jornada positiv.a apresenta: Ginê Lopes, coordenador de pessoas e cultura positiv.a

jornada positiva do gine lopes

Minha jornada positiva é relativamente nova.

O meu incômodo com questões ambientais existe desde o ensino médio, mas eu fazia muuuito pouco ou quase nada a respeito disso.

Lembro que quando estava na faculdade, eu comecei a fazer a separação do lixo reciclável, mas ainda não fazia da melhor forma, não separava os materiais e também não lavava todas as embalagens antes do descarte.

E tinha alguns agravantes nesse processo, eu fazia a minha parte, mas nem todos os meus colegas de república tinham o mesmo hábito.

O dinheiro era muuuito curto, então eu não tinha condições de fazer escolhas mais saudáveis e muitas das vezes consumia industrializados cheios de plástico e sem valor nutricional algum. 

Passaram muitos anos até que eu tivesse uma mudança mais drástica do que apenas separar o meu lixo e começar a lavar as embalagens. E também me atentar ao destino dos resíduos da porta da minha casa pra fora. 

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Acredito que foi no começo da pandemia que eu comecei a consumir mais conteúdo sobre sustentabilidade e meio ambiente e, em meio a tudo isso, minha ficha caiu.

Decidi que precisava buscar um trabalho que tivesse propósito verdadeiro para mim. Naquele momento, eu estava trabalhando com RH, mas em uma área que não gostava, e dentro de uma empresa do setor automotivo (eu nem dirijo). Ou seja, completamente desvinculado da pessoa que eu queria ser pra mim e pro mundo.
O pacote de remuneração que eu tinha trabalhando em uma multinacional era ótimo, mas eu vivia triste e ansioso com o trabalho. Eu sentia que estava passando pelo mundo e não estava fazendo dele um lugar melhor, entendem?

Foi aí que a positiv.a apareceu na minha vida. Logo na entrevista eu me apaixonei pela marca e pela possibilidade de transformar algumas angústias em algo realmente positivo pra mim e pro mundo. 

Ao entrar na empresa, eu ganhei um banho de conhecimento sobre impacto socioambiental e minha vida mudou de vez.

Continuei com a separação do lixo, mas mudei completamente o meu modo de vida em relação ao plástico, reduzindo drasticamente o consumo. Hoje em dia eu não compro nada descartável e olho a composição de cada produto.

 Mudei muito a minha alimentação, ainda como carne, mas reduzi o consumo somente para frango e não todos os dias da semana. Vou na zona cerealista de São Paulo 1 vez a cada 2 meses e faço compras a granel de tudo que eu consigo substituir das embalagens tradicionais (e economizo muito nesse processo).

Sem contar que, atualmente, todos os produtos da positiv.a fazem parte do meu dia dia – faço a feira com os saquinhos de rede de pesca, vou ao mercado com as sacolas retornáveis, escova de dente de bambu, sabonete vegetal, shampoo em barra e toda a linha de produtos de limpeza estão presentes na minha rotina de cuidado com a casa. 

Nem tudo é fácil e as trocas positivas, por vezes, requerem um período de adaptação, nosso e das pessoas ao nosso redor. 

Foi assim com a bucha vegetal e com o desodorante… eu ainda sentia falta do produto convencional, mas com o tempo a gente se acostuma e passa a amar!

 

Tenho certeza de que você encontrará o seu caminho nessa jornada!

 

Curtiu? Conheça também a jornada positiv.a da Camila Diasas.

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