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blog da positiv.a

Produtos de limpeza sem petroquímicos funcionam? Entenda o que realmente faz um produto limpar

Quando paramos pra pensar em limpeza automaticamente vem uma lembrança de que limpeza eficiente tem a ver com cheiro forte, muita espuma e ingredientes derivados do petróleo. Mas será que esses componentes são realmente indispensáveis? Com o avanço da tecnologia, surgiram fórmulas capazes de oferecer alta performance utilizando ingredientes de origem vegetal, mineral e biológica, reduzindo a dependência dos petroquímicos sem comprometer a limpeza. Hoje, você vai entender o que são os petroquímicos, por que eles são tão utilizados pela indústria e por que eles não são, necessariamente, sinônimo de eficiência.   O que são petroquímicos? Petroquímicos são substâncias produzidas a partir do petróleo e utilizadas como matéria-prima em diversos produtos do dia a dia. Além de combustíveis e plásticos, eles também aparecem em cosméticos, tintas, embalagens e produtos de limpeza. Na indústria, alguns petroquímicos são utilizados principalmente para atuar como tensoativos, solventes, fragrâncias sintéticas e agentes espumantes. Durante muitos anos, essas matérias-primas dominaram o mercado porque apresentavam boa performance e baixo custo de produção em larga escala. Por que os petroquímicos são tão utilizados na indústria? Existem dois fatores principais, o primeiro é econômico. Como a cadeia do petróleo está consolidada mundialmente, muitos desses ingredientes possuem baixo custo de fabricação. O segundo está relacionado à tradição da indústria. Durante décadas, praticamente toda a pesquisa e desenvolvimento em produtos de limpeza utilizou matérias-primas petroquímicas como padrão. Hoje, esse cenário vem mudando. O desenvolvimento de ingredientes de origem vegetal, mineral e biotecnológica permitiu criar fórmulas com excelente desempenho, reduzindo a necessidade desses compostos.   Produtos de limpeza sem petroquímicos funcionam? Claro. A eficiência de um produto de limpeza depende da qualidade da formulação como um todo e não da origem de um único ingrediente. Hoje existem tensoativos de origem vegetal, enzimas, alcalinizantes minerais e outros componentes capazes de remover gordura, sujeiras e manchas com excelente desempenho. Em outras palavras: um produto não limpa melhor apenas porque contém derivados de petróleo. O que faz diferença é a combinação dos ingredientes, a concentração da fórmula e o equilíbrio entre seus componentes.   Quais alternativas substituem os petroquímicos? Os produtos de limpeza evoluíram bastante nos últimos anos. Atualmente, é possível encontrar fórmulas que utilizam ingredientes de diferentes origens. Entre eles estão: tensoativos de origem vegetal, obtidos a partir de fontes renováveis; carbonato de sódio, um ingrediente mineral utilizado para potencializar a limpeza; percarbonato de sódio, conhecido pela ação sobre manchas orgânicas e pela liberação de oxigênio ativo; enzimas de origem biológica, que auxiliam na quebra de proteínas e gorduras; extratos vegetais utilizados em algumas formulações para complementar a ação de limpeza. Esses ingredientes mostram que desempenho e menor impacto ambiental podem caminhar juntos. Petroquímicos podem deixar resíduos? Dependendo da formulação, alguns ingredientes petroquímicos podem dificultar o enxágue e favorecer o acúmulo de resíduos nas superfícies e tecidos. Isso pode gerar sensações conhecidas por muitas pessoas, como: superfícies com aspecto pegajoso, películas após a limpeza, excesso de espuma durante o enxágue, perfumes muito intensos que permanecem por longos períodos. Embora esses efeitos variem conforme a composição do produto e a forma de uso, muitas pessoas procuram alternativas que enxáguem com maior facilidade e deixem menos resíduos.   Produtos sem petroquímicos ajudam quem tem pele sensível? Cada organismo reage de maneira diferente aos produtos de limpeza. Por isso, não é possível afirmar que um ingrediente específico causará sensibilização em todas as pessoas. No entanto, algumas fórmulas desenvolvidas sem derivados de petróleo e sem fragrâncias petroquímicas buscam reduzir fatores que podem contribuir para desconfortos em pessoas com pele sensível. É justamente por isso que cresce a procura por produtos hipoalergênicos, especialmente em casas com crianças, idosos, pessoas com dermatite, rinite ou animais de estimação. Sempre que houver suspeita de alergia, o mais indicado é procurar orientação médica para identificar a causa corretamente. E o impacto ambiental? Outro motivo para a busca por alternativas aos petroquímicos está relacionado ao meio ambiente. Embora diferentes ingredientes apresentem comportamentos distintos após o descarte, fórmulas desenvolvidas com matérias-primas de origem vegetal, mineral e biodegradável tendem a apresentar menor persistência ambiental quando comparadas a diversos derivados petroquímicos. Produtos concentrados ajudam a reduzir o consumo de embalagens, diminuindo a geração de resíduos ao longo do tempo. Como a positiv.a coloca isso em prática? Na positiv.a, a escolha dos ingredientes faz parte da proposta de desenvolver produtos eficientes sem recorrer aos derivados de petróleo. As fórmulas utilizam matérias-primas cuidadosamente selecionadas, buscando unir desempenho, segurança e menor impacto ambiental. O Multiuso Concentrado, por exemplo, oferece limpeza, ação desengordurante, brilho e secagem rápida utilizando uma fórmula composta por 99% de ingredientes de origem natural, além de alto rendimento graças à diluição correta. Já o Lava-Roupas positiv.a foi desenvolvido para limpar profundamente as fibras sem deixar resíduos persistentes, contribuindo para um enxágue mais fácil e maior conforto no uso diário das roupas. Outro exemplo é o Tira-Manchas em pó, formulado com percarbonato e bicarbonato de sódio para atuar sobre manchas orgânicas sem utilizar cloro nem branqueadores ópticos. Esses produtos mostram que uma limpeza eficiente não depende de petroquímicos, mas de uma formulação equilibrada e desenvolvida para entregar performance de forma consciente. Eficiência vai além dos ingredientes e também dos hábitos Quando falamos sobre limpeza, é natural olhar para a composição dos produtos. Mas o que realmente determina a eficiência é a qualidade da fórmula como um todo. Hoje, ingredientes de origem vegetal, mineral e biológica podem oferecer excelente desempenho, reduzindo a necessidade de derivados de petróleo e permitindo desenvolver produtos mais alinhados às necessidades das pessoas, da casa e do meio ambiente. Mais do que escolher entre “natural” ou “convencional”, vale buscar marcas transparentes, que expliquem claramente a origem e a função de cada ingrediente presente na fórmula. Também vale lembrar que nossos hábitos evoluem. Muitos dos produtos que usamos hoje fazem parte da nossa rotina porque aprendemos assim com nossos pais, mães e avós e isso faz parte da nossa história. Mas a ciência, a tecnologia e a inovação também avançam. Conhecer novas soluções nos permite fazer escolhas mais conscientes, experimentar alternativas que unem eficiência e

Greenwashing: como identificar quando o “natural” não é tão natural assim

Você já pegou um produto na prateleira, viu folhas na embalagem, tons de verde, palavras como “natural”, “eco” ou “ingredientes de origem natural” e automaticamente sentiu que aquela era uma escolha mais saudável? Isso acontece o tempo todo e não é por acaso. Hoje, muitas marcas entenderam que sustentabilidade vende. O problema é que, em alguns casos, a comunicação parece mais natural do que o produto realmente é. Esse fenômeno tem nome: greenwashing. E aprender a identificar isso faz diferença não apenas para o meio ambiente, mas também para escolhas mais conscientes dentro de casa. O que é greenwashing? Greenwashing é quando uma empresa transmite uma imagem de sustentabilidade, naturalidade ou responsabilidade ambiental de forma exagerada, vaga ou desproporcional em relação ao que o produto realmente entrega. Na prática, isso pode acontecer de formas bem sutis. Embalagens verdes, imagens de folhas, palavras como “eco”, “clean” ou “botânico” e promessas amplas criam rapidamente uma sensação de que aquele produto é mais saudável ou sustentável. O problema é que embalagem não é fórmula. Muitas vezes, o visual comunica uma ideia de natureza enquanto a composição continua cheia de ingredientes petroquímicos, fragrâncias sintéticas intensas e componentes pouco transparentes para o consumidor. “Contém ingredientes naturais” pode significar muita coisa ou quase nada Uma das estratégias mais comuns do greenwashing é destacar um único ingrediente natural em letras grandes na frente da embalagem. Extratos vegetais, aloe vera, óleos naturais, frutas ou plantas chamam atenção imediatamente e passam uma sensação de cuidado. Mas isso não significa que toda a fórmula seja natural. Em muitos casos, apenas aquele ingrediente específico possui origem natural, enquanto o restante da composição é convencional. Outro ponto importante é que expressões como “com ingredientes naturais”, “origem natural” ou “base vegetal” não possuem, para o consumidor comum, um significado tão claro quanto parecem. Um produto pode destacar um ativo vegetal e ainda conter sulfatos agressivos, fragrâncias petroquímicas, corantes artificiais e derivados de petróleo. Por isso, olhar apenas a frente da embalagem quase nunca é suficiente. Certificações visuais também podem confundir Outro detalhe que merece atenção são os selos e símbolos presentes nas embalagens. Alguns parecem certificações oficiais, mas foram criados pela própria marca, sem auditoria independente ou critérios claramente explicados. Isso não significa necessariamente que o produto seja ruim, mas mostra como o marketing visual pode gerar interpretações rápidas no consumidor. Por isso, vale observar se a certificação possui informações transparentes sobre quem avalia, quais critérios são usados e se existe reconhecimento externo. A legislação nem sempre facilita para o consumidor Muita gente acredita que, se um produto faz determinadas alegações, existe uma regra extremamente rígida padronizando aquilo. Mas a realidade é mais complexa. A legislação brasileira possui regras importantes para rotulagem, mas ainda existem brechas que permitem comunicações bastante amplas e subjetivas. Além disso, nem sempre fica claro: a origem dos ingredientes a função de cada componente quais ingredientes são petroquímicos quais são minerais ou vegetais Na prática, o consumidor acaba precisando aprender a interpretar rótulos por conta própria. Como identificar greenwashing na prática O primeiro passo é simples: leia além da frente da embalagem. A parte da frente foi criada para chamar atenção. As informações mais importantes normalmente estão atrás, na lista de ingredientes e nas descrições da fórmula. Também vale pesquisar ingredientes desconhecidos. Hoje existem plataformas e bancos de dados que ajudam a entender os nomes técnicos usados na composição dos produtos. Outro sinal importante é quando a embalagem fala muito sobre conceito e pouco sobre composição. Quanto mais vaga for a comunicação, maior a necessidade de olhar os detalhes. Marcas realmente transparentes costumam explicar não apenas o que usam, mas também a origem e a função de cada ingrediente. Transparência importa mais do que marketing bonito Hoje, muitas pessoas estão menos interessadas em promessas perfeitas e mais interessadas em entender o que realmente estão levando para dentro de casa. Nós da positiv.a, por exemplo, trabalhamos justamente com essa proposta de transparência. Nas embalagens, mostramos de forma clara os ingredientes, suas origens e funções dentro da fórmula. Além disso, os produtos não possuem derivados de petróleo, LAS, fosfatos, cloro, branqueador óptico, corantes nem fragrâncias petroquímicas e essas informações aparecem explicitamente nos rótulos. Porque escolhas mais conscientes não dependem apenas de embalagens bonitas ou palavras da moda, mas da clareza sobre aquilo que usamos diariamente em casa, nas roupas, na pele e perto da família.   Resumo rápido Greenwashing é quando marcas usam linguagem, embalagens ou elementos visuais para parecer mais naturais ou sustentáveis do que realmente são. Frases como “com ingredientes naturais” ou embalagens verdes nem sempre significam fórmulas mais limpas. Ler rótulos, pesquisar ingredientes e buscar marcas transparentes ajuda a fazer escolhas mais conscientes no dia a dia.

Por trás do rótulo: o que é o Lauril e por que usamos a versão vegetal

Você já se deparou com o nome Lauril Sulfato de Sódio no rótulo e ficou em dúvida sobre o que isso significa? Vem com a gente que te explicamos de um jeito simples! O Lauril é um ingrediente responsável por criar espuma e ajudar a remover a gordura e a sujeira das superfícies. Ele está presente em diversos produtos de limpeza e higiene, como detergentes e sabões líquidos. Em resumo: é o que faz o produto limpar de verdade. Mas existe uma diferença importante entre o Lauril petroquímico (usado em produtos convencionais) e o Lauril vegetal, que é o que usamos aqui na positiv.a.  Lauril petroquímico x Lauril vegetal: qual é a diferença? O Lauril petroquímico, também conhecido como Lauril Éter Sulfato de Sódio (LESS), é derivado do petróleo, uma fonte não renovável, ou seja, um recurso que existe em quantidade limitada na natureza e que demora milhares de anos para se formar novamente. Apesar de gerar bastante espuma e limpar bem, esse tipo de Lauril pode causar irritações em peles mais sensíveis. Já o Lauril vegetal é produzido a partir de fontes renováveis, como o óleo de palma e o milho. Essas são matérias-primas naturais e que se regeneram em pouco tempo, sem esgotar o meio ambiente. Ele tem o mesmo poder de limpeza e formação de espuma, mas com uma origem sustentável, biodegradável e muito mais suave para a pele e para o planeta.   Por que escolhemos o Lauril vegetal? A gente acredita que é possível unir eficiência e cuidado. Por isso, nossas fórmulas utilizam o Lauril Sulfato de Sódio de origem vegetal, que tem excelente desempenho na limpeza, sem os impactos negativos dos derivados de petróleo. Além disso, ele é hipoalergênico, seguro para toda a família e biodegradável, contribuindo para um ciclo mais saudável. Em outras palavras: o Lauril está lá pra fazer o produto funcionar mas, na positiv.a, ele faz isso do jeito certo. Transparência que limpa de verdade Esse é só o começo do quadro “Por trás do rótulo”, onde vamos te contar mais sobre os ingredientes que fazem parte das nossas fórmulas e todas as informações sobre a origem, benefícios e impacto ambiental estão disponíveis nas páginas dos produtos, de forma simples e acessível. Quer ver na prática como isso funciona? Conheça o nosso Lava Louças em Gel Capim Limão, Alecrim e Cupuaçu, um exemplo de produto eficiente, natural e com a performance que você já ama. Porque, pra gente, entender o que usamos é também uma forma de cuidar da casa, da pele e dos nossos consumidores.

Positiv.a transforma pedido da comunidade em inovação sustentável

A gente ama quando uma boa ideia nasce do diálogo com a nossa comunidade. E foi exatamente assim que surgiu uma das inovações mais especiais da positiv.a nos últimos tempos: as novas tampas dos Lava Roupas Líquidos 3 Litros, agora com formato de copo dosador de 40 ml, que não vaza, evita desperdício e facilita o uso no dia a dia. Esse era um pedido recorrente dos nossos consumidores, que buscavam mais praticidade, precisão na dosagem e consumo consciente. Foram dois anos de pesquisa e desenvolvimento com parceiros até chegarmos ao formato ideal, resistente, funcional e sustentável. 🌿 Embalagens recicladas e impacto positivo A inovação vai além da forma. O material das novas tampas é 100% reciclado, feito a partir de outras tampas plásticas já em circulação. Pode parecer um pequeno detalhe, mas tem um grande impacto ambiental: com essa mudança, vamos deixar de gerar 1,72 toneladas de plástico virgem nos próximos cinco anos, ajudando a evitar a contaminação do solo e dos oceanos. 🌎 ⚙️ Inovação com propósito e economia circular A positiv.a não utiliza derivados de petróleo em suas formulações, e isso inclui também as embalagens. Nossas fórmulas naturais e embalagens sustentáveis caminham juntas com o mesmo propósito: reduzir o uso de matérias-primas fósseis e fortalecer a economia circular, transformando resíduos em novos recursos. Desde o início da nossa jornada, mais de 80 toneladas de plástico reciclado já foram reinseridas nas nossas embalagens. Uma prova de que é possível unir inovação, consciência ambiental e beleza no cuidado com a casa. 🌱 Olhando para o futuro Até 2030, nosso objetivo é ampliar ainda mais a reinserção de materiais reciclados, reduzindo a dependência do petróleo virgem e fortalecendo uma cadeia produtiva verdadeiramente regenerativa. As novas tampas-dosadoras simbolizam tudo o que acreditamos: 🌿 escuta ativa da comunidade, ⚙️ inovação feita com propósito, ♻️ e cuidado em cada detalhe Mais do que um novo formato, elas representam o compromisso da positiv.a com a sustentabilidade e o consumo consciente. E esperamos que outras marcas também se inspirem nessa mudança, investindo em soluções que beneficiem o planeta e as pessoas. Porque quando uma empresa se transforma, todo o mercado evolui junto. 💚 Quer um canal mais direto com a gente? 🌱Entre para a comunidade positiv.a no WhatsApp e fique por dentro das novidades, troque experiências com outras pessoas, tire dúvidas e compartilhe seus relatos de uso dos nossos produtos.É um espaço leve, cheio de troca e boas ideias do jeitinho que a gente acredita!

Comunidade positiv.a no WhatsApp

Já pensou em participar de uma comunidade em que você possa conversar e trocar dicas e experiências de limpeza e autocuidado ecológicos? Tutoriais que funcionam super bem no seu dia a dia com produtos positiv.a? Aprender mais sobre impacto positivo e ficar de olho em referências que estão com tudo? A comunidade positiv.a no WhatsApp é o lugar! Temos um projeto muito especial para nós: o de estar ainda mais perto de quem confia no trabalho que realizamos, mas sem protagonizar esse espaço. O protagonismo, aqui, é todinho de vocês! Nossa comunidade nasceu, diante desse desejo, formada por três grupos: Como usar e relatos de experiência positiv.a 🍊 – Muitas dicas de limpeza rolando por lá e vários tipos de uso dos produtos da positiv.a que você não imaginava  Impacto positivo e circularidade positiv.a 🌱 – Notícias e referências de impacto Autocuidado – Dicas e experiências sobre Autocuidado Em cada um deles, você vai poder encontrar outras pessoas que compartilham dos seus interesses e, claro, nosso time divulgando em primeira mão o que está rolando de novidade do nosso lado. Compartilhamos e recebemos fotos, vídeos e várias dicas dignas de caderninho de receitas que, ó, a gente quer perpetuar de geração a geração. Com muito carinho e, claro, cuidado com a natureza! Quer participar desse espaço especial e fazer trocas positivas em seu dia a dia com a gente? Então vem pra nossa comunidade no WhatsApp e chama quem também pode se interessar pra entrar nessa com você!

Jornada positiv.a apresenta: Mylena Maeda, analista de performance

Jornada Positiva da Mylena Maeda, analista de performance da positiva.

Sempre tive muito zelo pelas minhas coisas, sou do tipo que cuida bem das roupas, sapatos a eletrônicos. Acho que muitos desses hábitos vêm dos meus ancestrais. Sou descendente de japoneses e nissei (filha de pais que nasceram no Japão), e lá as pessoas têm o respeito como um valor muito forte que se reflete no trato com os recursos em geral. Eles costumam usar o termo “mottainai” para se referir ao desperdício e se posicionar contra ele em diversas situações. Furou a camiseta? Costura. Celular travou? Formata antes de decidir se precisa comprar outro. E todos esses hábitos fazem parte de mim desde criança.   Lá pelos anos 2000, lembro que assistia aos comerciais da Sabesp que pediam pra gente economizar água, tomar banho mais curto, escovar os dentes com a torneira fechada e não lavar a calçada com mangueira. Não só seguia todas as recomendações à risca como ficava aflita quando me deparava com as pessoas fazendo o contrário ou pouco caso para o meio ambiente. A água e os recursos naturais precisam ser usados com consciência não apenas porque um dia podem nos faltar, mas porque merecem respeito por si mesmos.   Tive a sorte de conhecer e começar a trabalhar na positiv.a há uns 3 anos atrás, e fiquei extremamente feliz em saber que existem empresas que materializaram as mesmas preocupações que as minhas oferecendo produtos ecológicos e principalmente, compartilhando informações.   E quando paro pra pensar, acho que o meu despertar para o consumo consciente nesses últimos anos trabalhando aqui nem foi tanto um despertaaar assim, foi mais um lembrete dos valores que já estavam em mim mas que ficaram adormecidos com a faculdade, o trabalho e a vida depois de formada.    Vocês não imaginam as gambiarras que costumo fazer quando esqueço de levar a ecobag no mercado (soco tudo na bolsa ou levo os produtos na mão para evitar o uso de sacola plástica), quantos potinhos de guardar comida acabei acumulando depois que aboli o plástico filme, o meu toc de ficar conferindo se está vazando água da torneira, dos meus banhos super rápidos mesmo eu tendo um cabelo tão volumoso e tantas outras manias peculiares que eu coleciono rs. Hoje, munida de mais informação, acho que me ‘profissionalizei’ muito mais nesses meus hábitos.   Depois de entrar na positiv.a, passei a prestar atenção nos rótulos dos produtos que eu compro e a frequentar estações de reciclagem como o Ecoponto e o Boti Recicla. Sem contar as inúmeras ‘trocas positivas’ que já consegui botar em prática, como substituir a esponja pela bucha vegetal, optar por produtos biodegradáveis, fazer desapego de roupas com amigas, comprar ingredientes e temperos a granel, evitar ao máximo o plástico de uso único e o consumo de carne no dia a dia.    Recentemente, descobri que já existem buffets que oferecem decoração com materiais reutilizáveis, empresas que alugam roupas casuais mensalmente (como alternativa ao fast-fashion), apps que se propõem a revender comidas próximas ao vencimento para não precisar jogar fora, e muitas iniciativas nesse sentido. Confesso que fiquei empolgada e um tanto esperançosa, mesmo sabendo que o caminho será longo para recuperar os prejuízos ambientais desses anos todos.   E como manter a motivação sabendo que tem tanta coisa ainda pra ser feita? Acho que o jeito é continuar cercada de pessoas que também estão nesse processo. Posso dizer que na positiv.a tem pessoas com trajetórias das mais diversas, mas que sinto um carinho enorme pelos meus colegas, uma coisa de ‘mal te conheço mas que bom que nos encontramos aqui’, sabe? Fico contente pela oportunidade que estou tendo de ressignificar minha profissão fazendo parte disso tudo. Quer fazer parte e contar um pouco da sua jornada? Conte ela para nós aqui!

Jornada positiv.a apresenta: Lidi Faria, cliente desde 2021

jornada positiva lidi faria

Meus pais são do interior de Minas e São Paulo, e sempre tiveram alguns cuidados em casa – muito de forma instintiva, como seus familiares também faziam. Separavam as cascas de ovos para colocar nas plantas, assim como pó de café e outras cascas de alimentos. Faziam, sem saber, uma excelente compostagem. Em casa, temos a facilidade em ter coleta de recicláveis no condomínio. Separamos, cuidamos do nosso lixo. Em um mundo com tantas obrigações, essa é mais uma que precisa estar na lista de “atividades indispensáveis”, na rotina da casa e nos hábitos de quem mora nela. Buscamos, sempre que possível, reduzir, reciclar ou reutilizar. Compramos e vendemos itens seminovos, doamos o que podemos e recebemos itens que nossos amigos não vão utilizar. Circulamos muita coisa para que outras novas não precisem ser produzidas. Na cozinha, reutilizamos potes de vidro, e o lixo orgânico é separado para a composteira. Mesmo em um espaço pequeno, conseguimos manter essa prática e ficamos sempre encantados em ver como tudo vira composto orgânico, extremamente nutritivo para as plantas. E produzimos tanto biofertilizante que não damos conta de utilizar, e então doamos para vizinhos, amigos e familiares. Comecei este projeto em 2014, a partir de uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo. Em parceria com a Morada da Floresta,  a 11ª cidade mais populosa do mundo recebeu um projeto maravilhoso, muito bem estruturado, e 2.000 domicílios foram beneficiados não somente com composteiras, mas com educação. Tivemos muitas aulas sobre como lidar com nossos resíduos orgânicos domésticos e a repensar nossa relação com a cidade. E sei que, depois disso, os participantes já influenciaram muitas pessoas também que, assim como eu, não tinham ideia de que era muito possível compostar em apartamentos de 50m². A compostagem doméstica é bem interessante porque te faz pensar também na sua própria alimentação. No dia em que você não tem resíduos para colocar ali, sabe que ou comeu fora ou que desembalou mais do que descascou. Tudo está conectado. E, aqui, é importante exercer nosso papel de cidadão no dia a dia e nas nossas escolhas, dando nosso voto e nosso suporte para quem pensa sobre a cidade como um todo e sobre uma relação melhor entre indivíduos e meio ambiente. Acredito que a grande mudança no mundo é uma grande combinação de pequenas atitudes – individuais e coletivas. E aqui, a cada dia, e sempre que podemos, buscamos introduzir práticas saudáveis em nosso lar – e isso passa também pela lista de compras. Sabemos que isso é um privilégio dentro de um país com tanta desigualdade, mas entendemos também que é uma forma de contribuir para um mundo que acreditamos ser possível, aquele onde vivemos em harmonia com a natureza. Um passinho de cada vez, vamos construindo nossa jornada!     Quer fazer parte e contar um pouco da sua jornada? Conte ela para nós aqui!

Jornada positiv.a apresenta: Dani Cruz, coordenadora de atendimento da positiv.a

jornada positiva da dani cruz

Mudanças e força de vontade. Eu tenho essas duas palavras me regendo a tempos e de forma latente. Sou uma Daniele cheia de conquistas. Venho de um lar de amor, de uma vida simples e de luta, filha e irmã de seres iluminados. Tudo que me rege é intenso. E minha formação não foge à essa regra. Tenho necessidade de saber… de crescer. Mesmo que meu entorno seja contraditório a isso ou a realidade, às vezes, me force a fincar os pés no chão… eu vou lá, abro asas e voo. Tenho necessidade de buscar exemplos e caminhos desconhecidos e neles vencer. E numa dessas buscas, achei algo apaixonante que foi a estética e a medicina chinesa. Desde que cruzei essas muralhas, abri minha mente para um desconhecido fascinante. Vi que saúde, beleza, paz interior, espiritualidade podem ser parceiros maravilhosos para uma vida melhor.  Pra isso, tive que me empenhar muito na vida profissional, nos estudos. Não só pra conquistar meu espaço como mulher negra e fora dos padrões, mas pra provar todo dia que não estou pra brincadeira e que nas minhas veias corre um sangue vermelho e forte, pronto pra não ser doado de graça.    Nessa trilha, cheguei até a positiv.a. Confesso que achei que seria mais um local de trabalho onde iria entrar e mostrar meu desempenho e conhecimento; contribuindo com minha experiência. Com o tempo, vi que seria uma oportunidade de aprender, melhorar como ser humano e de identificar fatores unos a minha formação paralela.  Nessa minha realidade nunca tive a necessidade ou tempo de pensar em um mundo responsável e ecologicamente correto. Ou não identifiquei essas inserções discretas na minha vida. Mas vi quando tive que cuidar mais a fundo da minha saúde… quando passei por um processo de muita mudança em meu corpo. Vi também quando dei um passo grande que foi a compra do meu primeiro apartamento. Nesses grandes momentos, sinto que ganhei uma oportunidade de fazer trocas sustentáveis, inteligentes – que fazem bem a mim e ao planeta. Trocas essas que já estavam ao meu alcance de alguma forma. E, até parar pra pensar, não tinha ideia ou não tinha tido tempo e estímulo para discernir suas reais importâncias para a construção de um futuro possível. Depois de meses inserida no universo da positiv.a, já consigo incluir em meu dia a dia (casa – trabalho – consultório), mudanças significativas para o pontapé inicial da minha virada sustentável:  separando ampolas de vidro usadas em um lixo à parte; colocando todo o papel utilizado sobre a maca em compartimentos recicláveis; separando os resíduos orgânicos e recicláveis. Tanto no Hub, quanto em casa.    Por isso, fico feliz de estar sendo regada dia a dia por informações, conselhos e exemplos de crescimento pessoal, voltamos para uma vida mais sustentável em todos os âmbitos.  Filtro aquilo que venha a me engrandecer como pessoa. Acredito que somos todos sementes plantadas em terrenos diferentes. Mas que absorvem do mesmo Sol. Para o momento, é isso. Trago verdades sobre mim… sou um ser com garra e imperfeita, mas que sempre está aberta ao novo.

Jornada positiv.a apresenta: Ginê Lopes, coordenador de pessoas e cultura positiv.a

jornada positiva do gine lopes

Minha jornada positiva é relativamente nova. O meu incômodo com questões ambientais existe desde o ensino médio, mas eu fazia muuuito pouco ou quase nada a respeito disso. Lembro que quando estava na faculdade, eu comecei a fazer a separação do lixo reciclável, mas ainda não fazia da melhor forma, não separava os materiais e também não lavava todas as embalagens antes do descarte. E tinha alguns agravantes nesse processo, eu fazia a minha parte, mas nem todos os meus colegas de república tinham o mesmo hábito. O dinheiro era muuuito curto, então eu não tinha condições de fazer escolhas mais saudáveis e muitas das vezes consumia industrializados cheios de plástico e sem valor nutricional algum.  Passaram muitos anos até que eu tivesse uma mudança mais drástica do que apenas separar o meu lixo e começar a lavar as embalagens. E também me atentar ao destino dos resíduos da porta da minha casa pra fora.  Leia também: Você sabia que tem plástico no seu prato de comida? Acredito que foi no começo da pandemia que eu comecei a consumir mais conteúdo sobre sustentabilidade e meio ambiente e, em meio a tudo isso, minha ficha caiu. Decidi que precisava buscar um trabalho que tivesse propósito verdadeiro para mim. Naquele momento, eu estava trabalhando com RH, mas em uma área que não gostava, e dentro de uma empresa do setor automotivo (eu nem dirijo). Ou seja, completamente desvinculado da pessoa que eu queria ser pra mim e pro mundo. O pacote de remuneração que eu tinha trabalhando em uma multinacional era ótimo, mas eu vivia triste e ansioso com o trabalho. Eu sentia que estava passando pelo mundo e não estava fazendo dele um lugar melhor, entendem? Foi aí que a positiv.a apareceu na minha vida. Logo na entrevista eu me apaixonei pela marca e pela possibilidade de transformar algumas angústias em algo realmente positivo pra mim e pro mundo.  Ao entrar na empresa, eu ganhei um banho de conhecimento sobre impacto socioambiental e minha vida mudou de vez. Continuei com a separação do lixo, mas mudei completamente o meu modo de vida em relação ao plástico, reduzindo drasticamente o consumo. Hoje em dia eu não compro nada descartável e olho a composição de cada produto.  Mudei muito a minha alimentação, ainda como carne, mas reduzi o consumo somente para frango e não todos os dias da semana. Vou na zona cerealista de São Paulo 1 vez a cada 2 meses e faço compras a granel de tudo que eu consigo substituir das embalagens tradicionais (e economizo muito nesse processo). Sem contar que, atualmente, todos os produtos da positiv.a fazem parte do meu dia dia – faço a feira com os saquinhos de rede de pesca, vou ao mercado com as sacolas retornáveis, escova de dente de bambu, sabonete vegetal, shampoo em barra e toda a linha de produtos de limpeza estão presentes na minha rotina de cuidado com a casa.  Nem tudo é fácil e as trocas positivas, por vezes, requerem um período de adaptação, nosso e das pessoas ao nosso redor.  Foi assim com a bucha vegetal e com o desodorante… eu ainda sentia falta do produto convencional, mas com o tempo a gente se acostuma e passa a amar!   Tenho certeza de que você encontrará o seu caminho nessa jornada!   Curtiu? Conheça também a jornada positiv.a da Camila Diasas.

Jornada positiv.a apresenta: Camila Diasas, analista de CRM da positiv.a

O meu caminho para adotar hábitos mais ecológicos não foi nada rápido, vejo ele como uma jornada positiva, onde cada passo dado contou e muito para chegar no nível de consciência sobre os meus impactos no planeta. Se eu tivesse que demarcar um início dessa jornada, definiria como o ano de 2012, com a minha escolha de cursar Técnico em Meio Ambiente. Foi ali naquele ambiente de estudos que recebi a primeira grande carga de informações, tomando consciência sobre a dependência que nós, seres humanos, temos sobre os demais seres vivos. Nesse período, minhas primeiras mudanças de hábito estavam ligadas à consciência sobre os impactos do plástico no planeta e o quanto desse tipo de resíduo nós consumimos e descartamos diariamente no “lixo”. Logo, desenvolvi um novo hábito: separar o lixo. Nesse primeiro caminho encontrei dois grandes desafios: Educar o restante da minha família para fazer a separação correta comigo. Falta de acesso a pontos de coleta dos resíduos recicláveis. Esses dois pontos poderiam ter me desanimado, mas uma vez dentro do caminho do estilo de vida consciente, não há mais volta. Mesmo com essas dificuldades persistentes, continuei realizando a separação do lixo nos últimos 10 anos, me responsabilizando por organizar e limpar as embalagens quando as outras pessoas da família não o faziam, e levando o lixo reciclável ao ecoponto ou destinando materiais específicos aos carroceiros sempre que possível. Inclusive, me fiz um auto desafio entre 2018 e 2019: fotografei mensalmente durante 1 ano a quantidade de lixo que eu estava gerando. Esse desafio me fez ter uma noção imensa do que eu consumia e buscar alternativas. Dentre elas: compras a granel, fazer feira ao invés de supermercado, não utilizar sacos plásticos de hortifrúti, passando a usar saquinhos retornáveis e de tecido. Mudando hábitos de consumo e alimentares, revendo as marcas que comprava e cozinhando cada vez mais, a famosa “comida de verdade” em casa. Hoje, minha configuração familiar mudou e moro em outra região onde há coleta seletiva na porta de casa – um verdadeiro privilégio!  Com isso, a separação do lixo ganhou novos caminhos. Por exemplo, há mais de 2 anos não utilizo sacolas plásticas para descartar meu lixo orgânico (aquele da pia, com cascas e restos de comida) e os rejeitos (que não tem como ser reciclado, como o do banheiro). Armazeno o lixo orgânico em potes de sorvete fechados entre os intervalos do caminhão da coleta. E no lixo do banheiro, os papéis vão direto para a lixeira, sem sacolinha, ou com sacos de papel. No dia da coleta, eu reutilizo sacos de pão ou sacolas de papel, das entregas de delivery. O truque é colocar o lixo seco do banheiro primeiro e por cima o lixo úmido da cozinha, assim os papéis absorvem a umidade e não rasga. Pra fechar, eu uso uma fita adesiva de papel. Já o lixo reciclável é descartado uma vez por semana. Enquanto os demais itens que precisam de destinação específica (lâmpadas, pilhas e baterias, eletrônicos, tecidos etc.) são descartados em seus respectivos pontos de coleta.  Nesse caminho, com minha preocupação com meu lixo e a consciência de que o “jogar fora” era pura ilusão, que fui expandindo e abraçando os 5 R’s da sustentabilidade:         Reciclar         Reutilizar         Reduzir         Recusar         Repensar E foi no R de Repensar que passei a pesquisar sobre empresas que possuem iniciativas de reciclagem e embalagens que não sejam tão impactantes negativamente para o planeta, além de claro, que o produto que carregam também fossem ecológicos. Bom, adivinha qual empresa eu conheci em 2017 buscando por essas soluções? Sim, ela mesma, a positiv.a 🙂 Assim, a minha jornada positiva que começou lá atrás com a separação do lixo, tomou corpo e passou para: rever sempre os hábitos e marcas que consumo, alimentação que adoto, posicionamentos políticos, ativismo e militâncias de causas ambientais e sociais. Afinal, ser sustentável não é apenas sobre decisões individuais, essa mudança envolve o desenvolvimento de uma visão muito mais ampla, trocando a perspectiva de mundo egocentrista pela ecologista. Acredito que o caminho da sustentabilidade é contínuo e que podemos melhorar sempre. Por aqui, por exemplo, sei que ainda posso fazer melhor, como iniciar a compostagem do meu lixo orgânico. Mas, olhar essa jornada me faz refletir sobre os próximos passos possíveis sem desmerecer o que já fiz ontem e o que consigo fazer hoje para ter hábitos mais sustentáveis. Isso me faz acreditar que o segredo é se informar, e fazer da mudança que queremos ver no mundo uma realidade dentro da nossa rotina, sem se penitenciar quando não conseguir fazer da maneira ideal. Foque em dar um passo de cada vez, é assim que vamos juntos transformar o presente e criar uma perspectiva de futuro mais verde para todos.