Alta do preço do petróleo e o aumento geral dos preços

Certamente você já se perguntou o porquê do aumento de preço geral nos últimos tempos. Dos alimentos aos medicamentos, nada parece escapar. Mas você sabia que a alta do preço do petróleo está diretamente ligada a uma série desses aumentos? Entenda agora todos os problemas dessa relação e porquê é tão importante deixar de usar produtos que contenham derivados do petróleo! O que causa a alta do preço do petróleo? Segundo o site de notícias da BBC, a resposta a essa pergunta inclui fatores tradicionais – como o desempenho dos países da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) -, conjunturais, como a pandemia, e também uma nova estratégia das empresas produtoras de petróleo nos Estados Unidos. Com a pandemia e as medidas de restrição à circulação adotadas em diversos países, houve uma forte queda no preço do barril de petróleo. Com a reativação da economia e da mobilidade após o impacto da Covid-19, a demanda pelo produto aumenta, o que impacta diretamente na alta dos preços. Como a alta do preço do petróleo afeta setores? A alta do preço do petróleo pode afetar um setor de diferentes formas. A verdade é que, atualmente, são muitos os setores que utilizam derivados de petróleo para fabricar seus produtos, da embalagem plástica até até a própria fórmula contida nessa embalagem. São diversos os produtos que utilizamos no nosso dia a dia e não fazemos ideia que possuem tais substâncias. Podemos citar como exemplos: Remédios; Fraldas e absorventes íntimos; Eletrônicos como Celulares, Computadores, Televisões; Alimentos; Gás de cozinha GLP; Cosméticos; Produtos para Pets – incluindo a embalagem da ração; Tecidos; Diesel e gasolina; Produtos de limpeza. Entende como tudo está interligado? A alta do preço do petróleo e seu impacto direto no preço de diferentes produtos evidencia essa dependência, infelizmente, de um produto que é nocivo à saúde e ao meio ambiente. Os malefícios do petróleo Os malefícios do petróleo para o meio ambiente começam já em sua exploração: grande parte das plataformas de extração se localizam no mar e, portanto, os impactos ambientais em caso de vazamento podem ser gigantescos. Todo derramamento de petróleo é considerado uma catástrofe ambiental. Lembra do impacto terrível do derramamento de óleo no Nordeste brasileiro em 2019? Para além de ser prejudicial para o meio ambiente, fazer uso de produtos que utilizam derivados de petróleo na sua produção é super nocivo à saúde. Um exemplo de derivado de petróleo muito comum é o petrolato – composto muito utilizado pela indústria cosmética para conferir função emoliente aos produtos. Uma coisa pouco falada, entretanto, é que derivados de petróleo podem aumentar o risco de doenças e dermatites. Olhos atentos na composição dos produtos que você consome! Faça parte da mudança! O cenário é preocupante, mas ainda existem empresas que fogem desses compostos e que são comprometidas com a produção que valoriza a saúde e respeita a natureza! Hoje na Positiv.a o único item derivado de petróleo virgem são algumas tampas dos produtos de limpeza como tampa-copo do lava roupas e válvula sprays dos frascos reutilizáveis do multiuso. E vale dizer que esses frascos são com rótulo impresso na embalagem – para evitar mais lixo – e feitos de plástico 100% reciclado que já foi produto de outras marcas. Assim como conseguimos inovar na linha de autocuidado e parte da linha de limpeza ser zero plástico, seguiremos trabalhando para oferecer soluções inovadoras que nos livrem dessa dependência do que não nos faz bem. Já todas as fórmulas são livres de petróleo em sua composição. Acreditamos que não faz mais sentido usar compostos que são nocivos à saúde e ao meio ambiente. Pensamos todos os nossos produtos de ponta a ponta, utilizamos ingredientes 100% vegetais ou minerais, de fontes renováveis e livres de crueldade. Conheça nossos produtos. Seja parte da mudança você também! 😉
Novembro Consciente: confira tudo sobre a campanha

O mês da black friday chegou e quem é que não gosta de um bom desconto, não é? Mas você já parou pra pensar nos possíveis impactos ambientais gerados pelo grande número de pedidos feitos em uma das sexta-feiras mais aguardadas do ano? Pensando nisso, no mês mais comercial do ano, a Positiv.a vai transformar cada pedido em uma árvore. Esse é o nosso Novembro Consciente! Quer saber mais sobre essa campanha incrível? Então vem que a gente te conta! 😉 O que é o Novembro Consciente? A nossa campanha do Novembro Consciente nasceu a partir de um incômodo gerado pelo consumo desenfreado durante o período da black friday. No ano de 2020, somando o total de compras do dia principal do evento e das campanhas chamadas “Esquenta Black Friday”, estima-se que 10,6 milhões de pedidos foram gerados, cerca de 20% a mais do que no ano de 2019 – e esse ainda é um fato comemorado por muitas empresas. O consumo convencional nos desconectou da Natureza de tal forma que compromete a vida de outros seres que compartilham o planeta conosco – sem contar a nossa própria vida, claro. Com isso em mente, um dos pilares da Positiv.a é incentivar o consumo consciente através da oferta de produtos eco-consciente que substituem os convencionais, Além disso, entendemos a responsabilidade e necessidade de sequestrar CO2. Acreditamos que através de atitudes simples no dia a dia, que somadas fazem muita diferença. Leia mais sobre as vantagens do consumo consciente. Como funciona o Novembro Consciente? Por aqui, acreditamos que cada ação positiva conta. Por isso, a cada pedido feito em nosso site no mês de novembro, será plantada uma árvore nativa em uma grande ação de replantio em 2022. Escolhemos um lugar muito especial: a Mata Atlântica. E temos uma meta ambiciosa: queremos plantar 10.000 árvores junto com vocês! Para termos dimensão do nosso impacto positivo, será possível acompanhar a contagem no nosso site ou na página que fizemos exclusivamente para essa campanha especial do Novembro Consciente. Vem com a gente? Ah! E para a realização do Novembro Consciente, estão com a gente a Consultoria Positiv.a, o Santuário de Conservação das Florestas e o Movimento Mecenas – que formaram uma superparceria para plantar essa floresta Positiva com mudas de árvores nativas da Mata Atlântica – e o melhor de tudo é que será em sistemas agroflorestais que imitam a forma que as florestas naturalmente crescem. Por que a Mata Atlântica? De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica, hoje o bioma mantém apenas 12,4% de sua vegetação original – distribuídos por mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Entre 2019 e 2021, o desmatamento da Mata Atlântica se intensificou em dez dos 17 estados que compreendem esse bioma. Só em São Paulo, o aumento foi de mais de 100% em relação ao período anterior. Esses números são alarmantes e ameaçam intensamente o bioma, e reforçam ainda mais a necessidade de ações de preservação e regeneração florestal. Políticas públicas que visem a recuperação da Mata Atlântica se fazem mais necessárias do que nunca! Por outro lado, esperar por ações do poder público não significa que precisamos ficar parados: nós, enquanto seres humanos e consumidores conscientes, também podemos fazer a nossa parte. Quais são as promoções da campanha Novembro Consciente? Afinal, quais são as promoções do Novembro Consciente? Bem, nossa meta de árvores plantadas é alta! Portanto, é claro que preparamos promoções bem especiais para que todo mundo possa fazer parte desse movimento. Para cada semana de novembro, selecionamos produtos especiais. Fique de olho em nosso site, nenhum produto terá mais desconto nas semanas seguintes! A seguir, confira os descontos especiais que virão ao longo das semanas de novembro: 01/11 a 07/11 Abertura do nosso Novembro Consciente com muuuitos produtos pra você cuidar da casa, do corpo e da Natureza! 08/11 a 14/11 Na Semana do Autocuidado, produtos que fazem bem para a pele e para o meio ambiente 💚 Spoiler: nosso Xampu sólido estará com 30% off!!!! Vale super a pena aproveitar para experimentar ter um banheiro zero plástico. 15/11 a 21/11 Semana da Limpeza: chega de produtos de limpeza nocivos à saúde, né? 22/11 a 30/11 Na Semana das Trocas Positivas você vai poder aproveitar os descontos para trocar produtos convencionais por soluções ecológicas de uma vez por todas! E mais um spoiler para você que está lendo sobre a campanha na íntegra: o desodorante natural mais querido do Brasil estará com 20% off!!! 😉 Para saber sobre os demais descontos, você vai ter que ir no nosso site! Corre lá! Vale ressaltar que, além dos descontos, teremos mais surpresas no site ao longo do mês. Fique de olho! Vem fazer parte desse movimento com a gente? 💚 Você é uma árvore. Juntos, somos uma floresta.
Como calcular o custo-benefício de produtos ecológicos?

Sabemos que o preço final é algo que pesa muito em uma decisão de compra. Porém, esse não deve ser o único aspecto a ser analisado. Que tal considerar o custo-benefício do produto? Essa mudança simples de raciocínio pode te ajudar a fazer compras mais inteligentes, econômicas e até mesmo mais ecológicas. Pensar no custo-benefício é importante para cada escolha. Mas principalmente quando falamos sobre produtos veganos, ecológicos e orgânicos, por exemplo, que têm a fama de serem mais caros. Mas será que isso é verdade? E mesmo quando os valores desses produtos são mais altos que seus concorrentes convencionais, será que ainda vale a pena comprá-los? Continue a leitura para saber mais! O que é custo-benefício? O termo custo-benefício vem do mundo dos negócios. Ele se refere a uma análise comparativa entre o preço de um projeto ou produto e seus reais benefícios. É graças a essa análise que conseguimos decidir se um projeto ou produto vale realmente a pena. Como calcular o custo-benefício? Para estabelecer a relação entre custo e benefício, precisamos entender cada um dos componentes. Confira abaixo: Custo: o que é exigido do indivíduo, seja dinheiro, tempo, atenção, esforço etc. Benefício: a melhoria gerada, seja em dinheiro ou em outros aspectos como eficiência, saúde, bem-estar, impacto positivo. Dessa forma, consideramos uma compra vantajosa aquela em que os benefícios valem e/ou superam os custos. Leia também: Consumo Consciente: O que é e quais as vantagens? Produtos veganos, sustentáveis e orgânicos são mais caros? O preço é uma queixa frequente quando estamos falando sobre produtos sustentáveis, orgânicos e/ou veganos. Afinal, eles são conhecidos por serem mais caros do que produtos convencionais. Em muitos casos, não há como negar, realmente produtos veganos, orgânicos e sustentáveis exigem um investimento maior no momento da compra. Afinal, por muitas vezes o mercado se apropria de uma tendência para hiperinflacionar os preços. Mas nem todo mundo segue a lógica do lucro em primeiro lugar! E mais! Continuar adquirindo produtos convencionais custa pouco, mas a longo prazo, sai caro. E como vimos acima, o preço não é o único fator que devemos considerar para tomar decisões. Devemos sempre pensar no custo-benefício! Qual o custo-benefício de produtos sustentáveis? Para estimar o custo-benefício de qualquer produto, precisamos considerar seu presente, passado e futuro. É necessário nos perguntar: Qual a sua cadeia de produção? Qual o seu rendimento e durabilidade? O produto é eficiente? Ele é nocivo para pessoas ou animais? Como é feito o seu descarte? Com isso em mente, conseguimos mensurar melhor o impacto de cada ingrediente e produto. E só assim é possível estimar seu real valor e custo-benefício. Neste sentido, quando você paga por um produto ecológico de empresas comprometidas e de confiança, você não paga apenas pelo produto. Você também apoia: Cadeias de produção mais justas e sustentáveis Materiais de menor impacto ambiental Substâncias mais limpas e seguras Empresas e trabalhadores locais. Enquanto isso, se você continua consumindo produtos convencionais, você estimula: Um mercado injusto Ingredientes nocivos para saúde humana e ambiental Sofrimento animal Poluição dos oceanos, do ar e do solo Enriquecimento de empresas multinacionais de milhões de dólares. Dessa forma, ao pagar mais barato por um produto convencional, o preço a ser pago no futuro do planeta é cada vez mais alto. Isso para não falar da durabilidade e rendimento dos produtos convencionais. Que também deve ser analisado e comparado com os itens ecológicos! Por aqui, acreditamos que o consumo é também um manifesto. E que tal manifestar um consumo mais consciente, um mundo mais sustentável, apoiando negócios que geram impacto positivo e se preocupam com o meio ambiente e toda sociedade? Mas não se esqueça de cobrar mais incentivos dos nossos representantes e órgãos competentes! Assim, os produtos sustentáveis podem ficar cada vez mais acessíveis! Infelizmente, a produção orgânica, sustentável e vegana no Brasil ainda não possui incentivos governamentais. Diferente das grandes empresas de produção convencional. Isso também contribui para que os preços dos produtos verdes sejam menos competitivos. Qual o custo-benefício dos produtos Positiv.a? A Positiv.a é uma empresa do Sistema B, comprometida em criar um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente, além de buscar ser melhor PARA o mundo e não a melhor DO mundo. Atualmente, temos duas linhas de produtos: de limpeza e de autocuidado. Todos nossos itens são veganos, biodegradáveis, hipoalergênicos. E a grande maioria deles também é zero plástico, orgânico e de produção local. Assim, tudo é feito da forma mais sustentável e ecológica possível! Além disso, levamos a eficiência e o rendimento de cada item muito a sério! Dessa forma, oferecemos produtos de alta qualidade e durabilidade. Entre os nossos principais produtos, estão: 1. Desodorante Natural Vegano e hipoalergênico, feito de base vegetal. Nosso Desodorante Natural é o primeiro da categoria com embalagem 100% zero plástico e compostável do Brasil! Além disso, sua formulação é bactericida e antifúngica, graças ao óleo essencial orgânico e agroflorestal de Melaleuca. Isso combate o mau odor, sem impedir que o corpo transpire naturalmente. Assim, ele não prejudica sua saúde! Leia também: Desodorante natural vale mesmo a pena? Confira as vantagens! 2. Sabão de Coco em Barra Pensa em uma fórmula limpa! Nosso Sabão de Coco é livre de cloro, fragrância artificial, petróleo e branqueador óptico. E as vantagens não param por aí: ele também é hipoalergênico, biodegradável, vegano e de base 100% vegetal! Por ser feito de óleo de coco de verdade, sua produção não prejudica o meio ambiente e fortalece a agricultura familiar. 3. Bucha vegetal As Buchas Vegetais da Positiv.a são 100% naturais e orgânicas, feitas de forma artesanal do fruto seco da planta Luffa cylindrica. Diferente das esponjas convencionais, com duração de no máximo 10 dias, a bucha vegetal dura até 2 meses. E vale lembrar que, enquanto as esponjas de plástico são de reciclagem extremamente difícil, as vegetais são totalmente compostáveis. Nada de gerar resíduos por aqui! Leia também: Veja como e porquê substituir a esponja sintética pela bucha vegetal! 4. Lava Roupas Com 1L do nosso Lava Roupas, você lava
Positiv.a e eureciclo: reciclamos mais de 1.400kg de plástico entre 2020 e 2021!

Você já ouviu falar na eureciclo? A empresa foi criada em 2016 e tem como objetivo valorizar e estimular a reciclagem, a fim de construir um mundo mais sustentável. Reciclagem é um tema central por aqui. Afinal, a Positiv.a acredita e promove o consumo consciente que, por sua vez, se atenta para o que acontece com os resíduos do que consumimos. Por isso, a Positiv.a é parceira da eureciclo desde o início de sua jornada. Colaboramos com a remuneração da cadeia de reciclagem através da compensação ambiental de nossas embalagens. Há pouco tempo, a eureciclo publicou o Relatório de Impacto com os resultados de nossa parceria entre abril de 2020 e julho de 2021. Continue a leitura e saiba mais! 😉 Como funciona a eureciclo? A eureciclo tem como base o modelo de compensação ambiental aplicada à logística reversa. Assim, ela incentiva o desenvolvimento da cadeia de reciclagem. Na prática, isso funciona da seguinte forma: Uma empresa que gera externalidade negativa direciona recursos para um operador. O operador é responsável por gerar a externalidade positiva. Assim, o impacto ambiental é neutralizado. Este é o mesmo raciocínio usado para compensação de carbono. Mas, no caso da eureciclo, trata-se de uma compensação das embalagens. Assim, a eureciclo destina uma massa de embalagens correspondente à massa gerada pela empresa parceira para reciclagem. eureciclo e Positiv.a em 2020 e 2021 Através dessa parceria, a Positiv.a e a eureciclo já beneficiaram diversos operadores e potencializamos a reciclagem nos mais diversos cantos do Brasil. Entre abril de 2020 e julho de 2021, foram 30 operadores de reciclagem beneficiados, em estados como: Amazonas Bahia Maranhão Roraima Mato Grosso Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Santa Catarina e muitos outros! Nossa parceria nos últimos meses também resultou no incentivo à coleta, triagem e destinação de resíduos, de forma proporcional ao que geramos com nossos produtos Neste processo, 189 kg de papel foram reciclados, bem como 1.472 kg de plástico! E que venham mais anos de parceria com a eureciclo, para estimularmos cada vez mais a reciclagem no país! Quer saber mais sobre nossos impactos positivos no planeta? Acesse nosso Relatório de Impacto agora mesmo!
Setembro Amarelo: Dicas Positivas para Saúde Mental

No nono mês do ano, ocorre a campanha Setembro Amarelo. Ela tem como objetivo conscientizar a população brasileira sobre a prevenção do suicídio. Neste sentido, diálogos sobre saúde mental tomam lugar de protagonismo mais do que necessário. E nós não poderíamos deixar de falar sobre o tema por aqui! Afinal, para cuidar da Casa, do Corpo e da Natureza, também é necessário cuidar da mente. Confira algumas dicas simples para cuidarmos da saúde mental neste #SetembroAmarelo! 😉 Setembro Amarelo: como cuidar da saúde mental em casa? Abaixo você confere práticas simples para incorporar no seu dia a dia e manter a saúde mental em dia: Ao acordar, se espreguice por uns 5 minutos. Evite levantar correndo. Antes de iniciar suas atividades, procure praticar uma curta meditação por 15 minutos, respirando calmamente. Se você está trabalhando de casa, que tal fazer um café de manhã, um chá no fim da tarde? Ou ler algumas páginas de um livro antes de começar o trabalho e logo após seu término? É importante criar momentos de transição entre diferentes atividades. Quando em um dia com muitas reuniões, procure criar intervalos, nem que seja por 15 minutos, entre elas. Isto te permite absorver o que foi falado em reunião, dar uma pausa para um cafézinho ou realizar alguma ação urgente. Praticar um relaxamento de 15 a 20 minutos no período do almoço também é revitalizante para te preparar para mais meio dia de trabalho. Se você mora com alguém, preserve momentos de troca entre vocês. Se não mora com mais alguém, dê uma parada de 5 minutos, escolha um amigo ou familiar que também está só e mande um áudio perguntando sobre como a pessoa está, falando que hoje está pensando nela. Esta troca pode render um longo bate-papo no final do dia e uma relação muito fortalecedora. Cultive pelo menos de 20 a 30 minutos de atividade física de moderada a intensa diariamente, isso te ajuda não só fisicamente, mas também mentalmente. Como cuidar da saúde mental no trabalho? O trabalho é uma parte importante de nossas vidas, mas não devemos sucumbir a ele. Veja algumas dicas de como ter mais qualidade de vida e saúde no ambiente profissional: Considere reuniões mais curtas, que sejam mais focadas e sem distração. Antes de entrar no assunto, pergunte como todos se sentem, como eles vêm para a reunião, como uma oportunidade de se conectarem além do trabalho. Nas reuniões online, deixe as câmeras ligadas para se sentir mais presente na conversa, procurando desligar a visão de si próprio na tela. Você pode desativar o bloco de vídeo da sua câmera, assim os outros te veem, mas você não se vê. Tire o telefone do campo de visão. Afinal, ter o telefone perto nos faz inconscientemente querer checá-lo toda hora, e isso te distrai da conversa. Desative notificações e pop-ups de apps e softwares de chat e e-mail para focar na reunião. Setembro na pandemia O Setembro Amarelo de 2021 é o segundo que estamos enfrentando junto à pandemia de Covid-19. E mesmo com a vacinação em andamento, ainda precisamos nos precaver e presar pelo distanciamento social. Abaixo você confere algumas dicas de como cultivar sua saúde mental, mesmo em isolamento: Resgate encontros online. Com a pandemia temos menos oportunidade de nos conectarmos com nossos amigos e familiares. Marque para conversar, comemorar aniversários, fazer happy-hours e muito mais de forma virtual. Converse. Não deixe de se abrir e falar mais sobre como você está se sentindo para os próximos. Ouvir e falar com o coração, sem julgamento. Meditação e saúde mental A meditação é uma prática milenar para todos e de grande auxílio na manutenção da saúde mental. Ela não exige experiência prévia ou algum tipo de capacidade física ou mental específica. Essa prática, entre tantos benefícios já comprovados, nos ajuda a viver no momento presente, aumentando nossa calma, traz autoconhecimento e melhora nossa capacidade de aceitação. Que tal aproveitar esse Setembro Amarelo para incluir a meditação no seu dia a dia? Esperamos que tenha gostado das dicas! E caso queira mergulhar mais no assunto, sugerimos conhecer também a Ecoterapia, que nos aproxima da Natureza e nos traz mais qualidade de vida e saúde mental. 🙂
Hastes flexíveis plásticas: por que são um problema e como substituí-las?

As hastes flexíveis estão presentes no nosso dia a dia, nos banheiros e outros cômodos. Elas ajudam na higiene pessoal e até mesmo na limpeza da casa, tendo diversas aplicações. Mas, você já parou para pensar sobre o destino das hastes depois de descartadas? Mesmo pequenas, as hastes flexíveis já são um grande problema para o meio ambiente. Por serem muito finas, as hastes, muitas vezes, passam ilesas pelo sistema de tratamento de água. Assim, elas vão parar nos rios e oceanos. E uma vez nos cursos d’água interfere diretamente na vida marinha. E em terra firme, a história não é diferente. Ela polui os solos e coloca em perigo a vida de diversos animais. Continue a leitura e saiba como esse pequeno item de plástico causa problemas no nosso planeta. Aproveite e descubra também uma solução ecológica para substituir as hastes flexíveis convencionais. 😉 O que são as hastes flexíveis? As hastes flexíveis, como o próprio nome sugere, são pequenos “palitos” com pontas de algodão, popularmente conhecidas como “cotonetes”. Elas são feitas de um material que oferece certa flexibilidade para manuseio. Geralmente, o plástico é a principal matéria-prima. Mas nem sempre foi assim. As hastes com algodão nas pontas foram criadas por Leo Gersternzang, inventor polonês-americano, em 1922. A ideia da invenção surgiu quando Gersternzang percebeu que sua esposa utilizava chumaços de algodão fixados em palitos de dente para limpar os ouvidos da filha. O inventor, então, decidiu comercializar o item como uma solução para higiene pessoal. Assim, na sua origem em 1922, as hastes eram feitas de madeira. Foi só em 1963 que as hastes passaram a ser feitas de plástico, apresentadas como uma solução mais segura e flexível. Por que as hastes flexíveis são um problema? É justamente uso do plástico em sua confecção que fazem das hastes flexíveis um problema ambiental. Infelizmente, nossos índices de reciclagem desse material ainda são muito baixos. Segundo a WWF Brasil, apenas 1,2% do lixo plástico é reciclado no país. Isso quer dizer que mais de 98% de todo lixo plástico que produzimos não é descartado corretamente, indo parar em aterros, lixões e na natureza. E, entre sacolinhas, garrafas, descartáveis e outros itens plásticos, estão as hastes flexíveis plásticas. Elas que, inclusive, estão entre os 10 itens mais encontrados em limpezas de praias pelo mundo. Vale lembrar que esse material leva mais de 400 anos para se decompor. Sendo assim, a grande maioria das hastes plásticas feitas desde sua criação ainda estão entre nós, nos lixões, aterros e poluindo o meio ambiente. Todas as vezes que consumimos esse tipo de produto convencional contribuímos diretamente para a poluição dos oceanos e da terra, além de prejudicar a vida de inúmeros animais marinhos e terrestres. Qual a solução para as hastes plásticas? A reciclagem das hastes flexíveis plásticas é possível. E para descartá-las corretamente, é necessário remover as pontas de algodão e depositar os resíduos plásticos na coleta seletiva desse material. Entretanto, ainda melhor do que reciclar o plástico, é nem usá-lo, certo? Atualmente, já é possível encontrar no mercado hastes flexíveis ecológicas, opções zero plástico feitas de outros materiais, como papel! Como usar as hastes ecológicas no dia a dia? Você pode usar suas hastes ecológicas da mesma forma que usa as convencionais. O produto é exatamente o mesmo! E nós sabemos que elas têm muuuitos usos, certo? Limpar as orelhas – mas lembre-se de tomar cuidado com os ouvidos. Limpeza é só externa! Higienizar o umbigo Aplicar ou remover maquiagem Auxiliar na hora de fazer as unhas Aplicar óleos essenciais ou cremes na pele Limpar os cantinhos e vãos de armários Higienizar o teclado do computador Retirar os fiapos do secador de cabelos etc. Hastes flexíveis ecológicas: uma solução Positiv.a! A Positiv.a agora tem suas próprias Hastes Flexíveis Ecológicas! Parte da nossa linha de Autocuidado, as Hastes Ecológicas da Positiv.a são feitas de papel biodegradável com pontas de algodão com tratamento antigerme. Parte das vendas das Hastes Flexíveis Positiv.a são revertidas para a ONG Sea Shepherd Brasil, para cuidado do oceano! Assim, além de não gerar lixo plástico, quando você faz essa troca Positiv.a, você também contribui com uma organização dedicada à proteção da vida marinha. 💙 Entre com a gente nessa onda e garanta já suas Hastes Flexíveis Ecológicas, junto com um montão de produtos sustentáveis de Limpeza e Autocuidado. 🌊 Sozinhes somos gota; juntes somos oceano!
Manteiga de Cupuaçu: conheça os benefícios do hidratante natural

A manteiga de cupuaçu é um tipo de uma gordura vegetal considerada benéfica. Sua extração ocorre por meio de prensagem a frio das sementes do fruto cupuaçu, originário da região amazônica. Este método, considerado ecologicamente correto, garante maior estabilidade e preservação dos nutrientes das sementes – o que é excelente, especialmente porque o cupuaçu é repleto de benefícios para nossa pele, cabelos e mais! Quais os benefícios da manteiga de cupuaçu? Uma das principais vantagens da manteiga de cupuaçu em comparação aos outros óleos vegetais diz respeito ao seu estado sólido. Isso se deve à sua composição equilibrada de ácidos graxos, que garante um ponto de fusão de, aproximadamente, 30ºC. O que quer dizer que em temperaturas inferiores a 30ºC, ela está em estado sólido. Tal característica facilita a utilização e conservação da manteiga. 😉 Mas o maior atrativo da Manteiga de Cupuaçu no universo do autocuidado é a sua emoliência. Ou seja, sua capacidade de hidratar, nutrir, e suavizar a pele. Além disso, essa manteiga é rica em: Ácidos graxos benéficos Antioxidantes Polifenóis E fitoesteróis. Tudo isso auxilia de diferentes formas, como: Manutenção de água na derme Processos de cicatrização Combate ao envelhecimento precoce Controle de irritações e inflamações Selagem de cutículas nos cabelos Redução do volume dos fios, entre outros benefícios. Para que ela serve? A Manteiga de Cupuaçu é um daqueles itens que servem para (quase) tudo! E pode ser utilizada para hidratar e nutrir a pele da face e do corpo, os cabelos e até mesmo os lábios e as cutículas. Além disso, por seu grande potencial hidratante, ela é recomendada inclusive para as áreas mais ressecadas, como: cotovelos, joelhos, pés, etc. Leia também: Cuidados com a pele: a absorção de químicos e os efeitos na saúde e no meio ambiente! Como usar manteiga de cupuaçu na pele? Você pode utilizá-la tanto na no corpo, quanto na face. Para isso, basta colocar uma pequena quantidade da manteiga nas mãos e esfregar para que ela derreta e fique mais cremosa. Então, é hora de passar na região desejada em movimentos circulares até a absorção. A Manteiga de Cupuaçu também pode ser usada como hidratante labial e nas cutículas 😉 Como usar a manteiga de cupuaçu no cabelo? Ela é perfeita para hidratar e nutrir seus fios de forma natural e eficiente. Abaixo você confere algumas dicas de como fazer uso da manteiga nas madeixas: Pré-xampu: esfregue um pouco de manteiga nas mãos até que ela derreta. Aplique o óleo sobre todo o comprimento dos cabelos secos não lavados. Deixe agir pelo tempo que desejar e depois lave como de costume. Pomada: aplique um pouco de Manteiga de Cupuaçu no comprimento do cabelo. Atenção para não exagerar na quantidade e deixar as mechas pesadas! Máscara capilar: após a lavagem dos cabelos com seu Xampu em Barra, retire o excesso de água e aplique a manteiga no cumprimento das mechas, evitando a raiz. Deixe agir por 30min. Enxágue com água morna. Máscara noturna: a Manteiga de Cupuaçu também pode ser usada para umectação noturna de seus cabelos! Para isso, aplique nos comprimento das mechas antes de dormir. Mas lembre-se de lavar os cabelos logo de manhã, para que eles não fiquem pesados ou oleosos. Conheça também: Desodorante natural vale mesmo a pena? Confira as vantagens! Qual o diferencial da Manteiga da Positiv.a? Para aproveitar os benefícios da Manteiga de Cupuaçu da melhor forma, é importante investir em uma de fórmula natural, sem nenhum tipo de química nociva. Este é o caso da Manteiga Hidratante da Positiv.a! Ela é composta apenas da manteiga do cupuaçu e do óleo de girassol. O óleo usado na composição é não transgênico e de produção agroecológica nacional, na Chapada dos Veadeiros. Já as frutas de cupuaçu utilizadas na nossa manteiga são colhidas no sul da Bahia. Elas caem no solo assim que amadurecem e são recolhidas por moradores locais junto às cooperativas agrícolas. A extração da manteiga nas sementes é feita pelo processo de prensagem a frio. Além de garantir a estabilidade do produto, esse processo também é ecologicamente correto! E, como as sementes são biodegradáveis, elas não poluem o meio ambiente. Já as cascas e outros resíduos são ótimos adubos naturais. Para melhorar, a embalagem da nossa Manteiga de Cupuaçu é feita de alumínio, e a caixinha é de papel. Ambos os materiais são livres de plástico e recicláveis! A latinha de alumínio ainda pode ser reutilizada para guardar miudezas 🙂 Garanta já a sua Manteiga de Cupuaçu e outros itens da linha de Autocuidado Positiv.a! Todos os produtos são veganos, hipoalergênicos e sustentáveis. 💚
Qual a história do plástico? Da sua origem até a poluição do oceano

A história do plástico é mais recente do que você imagina! E em pouco tempo esse material foi de grande herói do cotidiano, para grande vilão do meio ambiente. Quer saber mais sobre as origens do plástico e como ele se inseriu no nosso dia a dia? Continue a leitura e descubra! Qual a origem do plástico? O plástico não é um recurso natural. Ou seja, ele não está presente na natureza de forma pronta. Ele é derivado do petróleo e foi criado no início do século XX. A história do plástico começa em 1900 Nesta época, diferentes pesquisadores buscavam por um novo material, impermeável, rígido e leve, a fim de substituir o marfim dos elefantes, cascos e chifres bovinos, entre outras matérias-primas. Neste contexto, surgiram diferentes tipos de plásticos e inovações em relação a este material. O plástico descartável, por exemplo, já surgiu em 1909. Ele serviu para atender uma demanda da legislação americana, que proibiu o uso de xícaras comunitárias em trens, para evitar a disseminação de doenças. 1930 – 1950: o início da era de ouro do plástico Nos anos 30, fabricantes conseguiram produzir poliestireno, polímeros acrílicos e poli. E em 1938, o nylon (Poliamida) foi inventado, rendendo um novo capítulo para a história do plástico. A partir daí, o material foi integrado também na indústria da moda, algo que se popularizou ainda mais na década de 50, com o uso da Lycra. Entre os anos 40 e 50, com a Segunda Guerra Mundial, a produção de plástico nos Estados Unidos decolou de vez. Pois o material inovador era necessário para diversas funções e setores na sociedade e no campo de batalha. E no pós-guerra, a mesma infraestrutura foi usada para criação de bens de consumo e colaborar com o crescimento econômico. Ainda na década de 1950, os laminados de Fórmica e a melamina-formaldeído foram introduzidos na vida doméstica dos americanos, e logo tomaram o mundo. Assim, utensílios de plástico e descartáveis ficaram cada vez mais comuns no dia a dia de todos nós. 1960 – 1980: O plástico nas artes plásticas e no espaço Entre as décadas de 60 e 80, o material plástico ocupou espaços estéticos e visuais. No movimento modernista, ele foi um dos protagonistas, simbolizando tecnologia e inovação no Brasil e no mundo. Na mesma época, Estados Unidos e União Soviética realizaram a corrida espacial. Essa exploração, por sua vez, só foi possível graças ao plástico. O material estava, ao mesmo tempo, indo para o espaço e ocupando espaço no nosso cotidiano, nas embalagens de produtos, nos brinquedos das crianças, nas fotografias sendo reveladas, nos CDs, e por aí vai. 1990 – Atualidade: plástico nas indústrias e seus impactos no meio ambiente Por ser um material que é ao mesmo tempo rígido e leve, o plástico passou a ser utilizado em diferentes indústrias, como a automotiva e a de alimentos. Paralelamente, aos poucos fomos percebendo que seus impactos no meio ambiente não são positivos — Muito pelo contrário! Por ser um material sintético, o plástico não é biodegradável e demora séculos para se decompor na natureza. Para tentar contornar a situação, desde o fim da década de 1990 e nos anos 2000 já começaram a surgir grandes iniciativas e tecnologias para recuperar e reciclar os plásticos. Leia também: Tijolos ecológicos e a nova maneira de construir com plástico Como o plástico foi de mocinho para vilão? Como vimos, o plástico surgiu aproximadamente em 1909. São apenas 112 anos de história. E nesse pouco tempo, o material foi de grande solução para entrave no meio ambiente. É inegável que o plástico possibilitou grandes avanços, mas estamos pagando um preço alto demais por isso. A reciclagem ainda é escassa. No Brasil, por exemplo, menos de 2% do plástico consumido é reciclado. Enquanto isso, pesquisas apontam que até 2050, haverá mais plástico que peixes nos oceanos. Após o descarte indevido, o plástico reage com a natureza e se desfaz em pedacinhos microscópicos, os microplásticos, chegando a se integrar na cadeia alimentar de diferentes espécies — Inclusive o ser humano! Entre os plásticos, os mais perigosos para a natureza são aqueles que chamamos de uso único, ou descartáveis. Como vimos, eles passaram a se popularizar ainda nos anos 1950, causando impacto negativo no meio-ambiente desde então. Leia também: Multirão oceano limpo Usar uma vez um material que dura séculos Convenhamos, não faz muito sentido usar um material que dura 500 anos apenas uma vez, não é mesmo? Então por que fazemos isso com o plástico? Repensar as aplicações do plástico de uso único e descartável é essencial para acabarmos com essa ameaça ao meio ambiente. Isso inclui escolhas individuais, preferindo por produtos e embalagens feitas de outros materiais, por exemplo, e também medidas sociais e políticas. Por isso, pressionar nossos governantes para fazerem escolhas mais conscientes e ecológicas também é essencial! Um novo capítulo na história do plástico Atualmente, contamos com diversas inovações que visam diminuir o consumo de plástico e otimizar sua reciclagem. A criação e produção de plásticos biodegradáveis, por exemplo, é cada vez mais viável. Além disso, iniciativas privadas como o eureciclo também são muito bem vindas para incentivar a reciclagem. Algumas empresas também já partem para iniciativas zero plástico, oferecendo produtos sem plástico em sua composição e embalagens. Ou ainda, trabalhando com embalagens de plástico recicláveis e reciclados. Este, inclusive, é o caso da Positiv.a! A grande maioria das nossas embalagens são livres de plástico, ou ao menos feitas de material reciclado e reciclável 😉 Esperamos que você tenha gostado de conhecer mais sobre a história do plástico! E você pode fazer parte dos novos capítulos ao optar por soluções mais ecológicas na hora de consumir! Isso leva ao consumo sustentável. Quer saber mais sobre o tema? Confira nosso artigo especial aqui: Consumo Consciente: O que é e quais as vantagens?
O que é moda sustentável: um guia prático para começar!

Por Li na Linus. Depois que entendemos que não existe um planeta B para a gente viver, e que precisamos agir para que este planeta consiga sobreviver aos nossos impactos, a palavra sustentabilidade começou a fazer parte do nosso dia a dia. Ela alcançou diferentes lugares da sociedade, e não iria demorar muito para chegar na moda. Hoje, as marcas estão sendo cobradas pelos consumidores para diminuírem seus impactos no meio ambiente. Mas será que a moda causa tanto impacto assim? Moda sustentável: um novo caminho para se vestir Hoje, a indústria da moda vem tendo novos olhares a respeito da sustentabilidade. Mas nem sempre aqueles que se apropriam do termo realmente absorvem tudo o que ele traz. Na medida em que vamos tomando consciência dos impactos que causamos ao planeta, mais e mais ampliamos nosso olhar crítico para os produtos e os serviços que produzimos e consumimos. Segundo um relatório feito pela McKinsey, em parceria com Global Fashion Agenda (GFA), a indústria da moda é responsável por 4% das emissões globais de gases de efeito estufa. Com um planeta cada vez mais quente, já estamos lidando com as consequências das mudanças climáticas no mundo inteiro, que tendem a piorar se não agirmos em conjunto para frear o aquecimento global. Devido a essa preocupação e ao choque de realidade que relatórios como esses trazem, muitas marcas começaram a repensar a maneira que produzem e comercializam seus produtos. Mas, afinal, o que é moda sustentável? O tema sustentabilidade sempre foi e sempre vai ser polêmico. Afinal, as pessoas podem enxergar a sustentabilidade de maneiras diferentes. Hoje, o que entendemos sobre moda sustentável pode-se dizer que são roupas, calçados e acessórios que são fabricados e comercializados de maneira que cause o menor número de impactos sociais e ambientais. Isso quer dizer que essa preocupação deve estar presente em todo o ciclo de vida dos produtos. Desde a sua concepção, a escolha de matéria prima, a fabricação, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a durabilidade, a usabilidade, a reutilização, a reciclagem e até o seu descarte final. Moda sustentável e impactos ambientais Dentro das práticas de moda sustentável, está uma grande preocupação em minimizar qualquer tipo de impacto ambiental em todas as etapas do ciclo de vida do produto. Isso quer dizer garantir um uso eficiente dos recursos naturais, que podem ser utilizados na sua fabricação, como a água, a energia, a terra, o solo, os animais, as plantas, a biodiversidade e os ecossistemas. Por exemplo, dando preferência para recursos renováveis de energia, como as energias eólicas e solares, no lugar de energias sujas e não renováveis, como petróleo, gás natural e carvão. Também é possível aumentar o ciclo de vida dos produtos através de recursos como reciclagem, reparos e reutilização, não só dos produtos finais, mas dos produtos que fazem parte da sua produção. Moda sustentável e impactos sociais Outro aspecto que deve ter importância para as marcas que praticam uma moda sustentável é a preocupação com os impactos sociais dos seus produtos. Ou seja, essas marcas devem trabalhar para proporcionar uma qualidade de trabalho e de vida decente e justa, que esteja alinhada com os padrões éticos e boas práticas mundiais, para todos aqueles que trabalham na produção dos seus bens ou serviços. Isso inclui os trabalhadores do campo, das fábricas, do transporte e da comercialização. É dever das marcas também estimular um padrão de consumo consciente, sustentável e saudável, baseado na durabilidade, na reutilização e nas alternativas efetivas de reciclagem. Como saber se uma marca pratica a moda sustentável? Para ser uma marca de moda sustentável, é importante ir além de apenas usar produtos orgânicos e biodegradáveis e diminuir a pegada de carbono dos seus produtos. A marca deve também promover uma preocupação com o meio ambiente de verdade, além do que é apenas visível comercialmente e nas ações de comunicação. Isso inclui preocupações sociais, como igualdade de gênero e a remuneração justa. E, claro, esses incentivos à diversidade precisam ir além das redes sociais. Veja algumas dicas para você identificar essas preocupações nas marcas de moda que você gosta: Fique de olho na matéria-prima dos produtos A não ser que sejam feitos de tecidos vintages, upcycled ou reciclados, os tecidos ou materiais usados na fabricação dos produtos devem ser feitos de materiais recicláveis e renováveis, como linho, cânhamo, seda, entre outros. Algodão orgânico também pode ser uma boa opção, pois é biodegradável. Porém, fique atento, pois se utiliza muita água na sua produção. Também precisamos ficar de olho nos corantes utilizados. Embora seja muito difícil saber qual é o corante utilizado pelas marcas, normalmente, as que optam por utilizar corantes naturais passam por um grande processo de adaptação e produção e, normalmente, fazem questão de comunicar para os seus consumidores. Os corantes sintéticos, além de serem muito tóxicos, poluem os rios no processo de lavagem dos tecidos. Acessórios de madeira são muito legais e estão super na moda. Mas eles devem vir de madeira sustentável, como bambu e restos de madeira de fábricas, por exemplo. Leia também: 10 Passos Para Iniciar Uma Vida Mais Sustentável Veja se a empresa se posiciona a respeito de questões sociais importantes para você Busque saber sobre as empresas além do que elas divulgam nas redes sociais. É muito bacana as marcas se posicionarem a respeito de assuntos importantes, mas será que elas praticam esse posicionamento dentro das empresas? Quantas mulheres, negros, LGBTQIA+, PCDs estão em cargos de liderança dessas empresas? Como os funcionários são tratados? Ela cumpre seus deveres trabalhistas? Além disso, é importante saber. Essas marcas são comprometidas mesmo com a sustentabilidade? Elas praticam os 5 Rs da Sustentabilidade dentro das suas instalações? Aprenda a questionar a procedência dos seus produtos. Mande e-mails para as marcas, pergunte para os vendedores, questione nas redes. Quanto mais transparente forem, mais próximas da sustentabilidade estão. Por que a maioria da moda hoje ainda não é sustentável? Muitas empresas não conseguem enxergar sua própria sustentabilidade dentro da moda sustentável. As marcas que trabalham com foco
Dia do Trabalhador Doméstico: Como a pandemia segue impactando o setor?

O Dia do Trabalhador Doméstico é uma celebração Internacional que nos lembra da luta dos trabalhadores domésticos por condições de trabalho dignas e mais justas. A data teve origem nos Estados Unidos, mas é o Brasil o país com a maior população de domésticas do mundo. Essa classe de trabalhadores e trabalhadoras já há muito luta pelos seus direitos e por condições de trabalho que estejam dentro dos direitos de todas as outras classes. Entretanto, em 2020, a pandemia deixou esses trabalhadores ainda mais vulneráveis do que já são. Continue a leitura e saiba mais! Quando é o Dia do Trabalhador Doméstico? O Dia Internacional do Trabalhador Doméstico é celebrado em 22 de julho. A comemoração teve origem nos Estados Unidos e nos lembra das lutas dessa classe trabalhadora por seus direitos. No Brasil, também há uma outra data para colocar em foco o trabalho doméstico: 27 de abril, Dia de Santa Zita, considerada a padroeira das empregadas(os) domésticas(os). Como é o trabalho doméstico no Brasil? O Brasil é o país com o maior número de trabalhadores domésticos do mundo. Em 2019, o país contava com cerca de 6,4 milhões de trabalhadores domésticos, sendo que 5,9 milhões eram do sexo feminino. Entre as mulheres que trabalhavam como domésticas em 2019, 3,9 milhões eram negras, enquanto 1,9 milhão eram não negras. Essas informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), do IBGE, e considera tanto profissionais formais, com carteira assinada, quanto informais. Ainda segundo a PNAD, 72% dos trabalhadores domésticos brasileiros não têm registros em carteira. Eles são, assim, privados de seus direitos trabalhistas. Como fica o trabalho doméstico com a pandemia? Entre o 4º trimestre de 2019 e o 4º trimestre de 2020, o Brasil enfrentou um grande aumento no desemprego. O fenômeno foi potencializado pela pandemia do Coronavírus, que também influenciou no número de oportunidades para os trabalhadores domésticos. No fim de 2020, apenas 4,9 milhões de trabalhadores domésticos estavam ocupados. Houve, então, uma redução de aproximadamente 1,5 milhão de postos de trabalho. Analisando os mesmos períodos, o número de trabalhadores domésticos com carteira caiu de 1,6 milhão em 2019 para 1,1 milhão em 2020. Já o número de trabalhadores no mercado informal foi de 4,3 milhões em 2019 para 3,4 milhões em 2020. A pandemia colocou os trabalhadores domésticos em uma posição de vulnerabilidade ainda maior do que a anterior — que já não era das melhores. Postiv.a no Dia do Trabalhador Doméstico Além de todos os desafios enfrentados por essa classe trabalhadora antes e durante a pandemia, ainda existem problemas pontuais que muitas vezes são negligenciados. Um deles é a exposição dos trabalhadores domésticos a químicos nocivos encontrados nos produtos de limpeza convencionais. Infelizmente, alergias, intoxicações e outros problemas de saúde são enfrentados diariamente por domésticos e domésticas em todo país. Nesse sentido, a Positiv.a se posiciona como uma empresa de produtos de limpeza ecológicos que não só cuida do planeta, mas cuida da saúde de quem usa os produtos. Estamos aqui pela saúde de todos, pelo cuidado com as pessoas, pela valorização do trabalho digno. Confira nossa linha de produtos de limpeza e saiba mais!