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Tire manchas de vinho das roupas com 2 ingredientes!

como tirar manchas de vinho

Quem se depara com uma mancha de vinho tinto ou suco de uva pode acreditar que é difícil de remover, principalmente se a peça manchada for branca. Por natureza, as manchas de vinho são difíceis de remover. Aqui listamos 5 dos principais motivos: O vinho tinto contém taninos, compostos orgânicos de plantas que conferem sabor, cor e estrutura à bebida. Os taninos possuem forte afinidade por fibras e se ligam firmemente a elas, dificultando a remoção da mancha. Quando o vinho entra em contato com o ar, os compostos polifenólicos presentes no vinho oxidam, escurecendo e fixando ainda mais a mancha no tecido. Certos tecidos, principalmente os naturais como algodão e linho, são mais porosos e absorventes. Isso facilita a rápida penetração do vinho nas fibras, dificultando a remoção da mancha. Quanto mais tempo a mancha de vinho permanece no tecido, mais difícil se torna a remoção. Isso porque o vinho tem mais tempo para penetrar nas fibras e secar, formando uma mancha mais resistente. Tentar remover a mancha de forma inadequada, esfregando vigorosamente ou utilizando produtos inadequados, pode espalhar ou fixar ainda mais a mancha. Como tirar manchas de vinho tinto da roupa? Antes de iniciar o processo de remoção da mancha, é crucial verificar a etiqueta da roupa para obter as instruções de cuidado específicas para o tecido.

Lava-Louças ecológico: Além da limpeza, hidratação para suas mãos

Lava-louças ecológico

Os produtos ecológicos têm ganhado espaço nas prateleiras dos supermercados e na rotina de muitas pessoas. Ainda bem! O lava-louças ecológico é uma opção cada vez mais procurada por quem busca soluções sustentáveis para o dia a dia. Mas, afinal, quais são os benefícios de usar lava-louças ecológico? Vem que a gente te conta em detalhes nesse artigo, além de apresentar a identidade e as melhorias dos lava-louças líquidos da positiv.a! Redução do impacto ambiental O detergente convencional contém uma série de produtos químicos que podem ser prejudiciais ao meio ambiente. Alguns desses compostos, como o fosfato, podem causar a proliferação de algas em rios e lagos, prejudicando a fauna e a flora aquática. Além disso, o processo de fabricação do detergente tradicional pode gerar emissões de gases de efeito estufa. O lava-louças ecológico, por sua vez, é produzido com ingredientes naturais e biodegradáveis, o que reduz o impacto ambiental. Lava louças ecológico e saúde Os produtos químicos presentes no detergente convencional podem causar irritação na pele e nos olhos, além de poderem ser tóxicos se ingeridos. Já a versão ecológica é produzida com ingredientes naturais, que são menos agressivos ao corpo humano. E a qualidade de limpeza do lava louças ecológico? Uma das preocupações de quem faz a transição para o detergente ecológico é se ele realmente limpa tão bem quanto o detergente convencional. A boa notícia é que ele limpa tão bem quanto o convencional, sem causar danos ao meio ambiente ou à saúde. O lava louça da positiv.a de cara nova: o que muda? A positiv.a ouviu o feedback de seus consumidores e solucionou todos os pontos de melhoria indicados na pesquisa de NPS do produto. Apesar das melhorias, os produtos chegam ao e-commerce com o mesmo preço: R$ 9,99 para a versão de 420ml, que rende até 3.500 pratos, e R$ 99,99 para a versão econômica de 5L, que rende até 41.000 pratos. A seguir, a gente explica quais são as principais mudanças, para ajudar a esclarecer dúvidas que possam surgir.  A fórmula mudou? Sim! Reformulamos a fórmula para torná-la mais eficiente! A nova fórmula rende até 3 vezes mais, remove a gordura com mais eficácia, evita que a louça fique escorregadia, não deixa resíduos e possui pH neutro, o que significa que não agride suas mãos. O que torna a fórmula mais eficiente? A fórmula inclui o Lauril Sulfato de Sódio Vegetal, um componente 100% natural derivado do óleo de palma. Esse ingrediente é mais sustentável e biodegradável, além de apresentar maior equilíbrio e poder desengordurante. Ademais, a textura em gel facilita a limpeza e proporciona espuma na medida certa. Qual é a função da glicerina vegetal na fórmula? Ajuda a não ressecar as mãos durante a lavagem. Alguns podem ter a percepção de que a glicerina é um componente controverso, mas essa visão não é bem assim. A glicerina é um subproduto da saponificação de origem vegetal. No entanto, muitas marcas convencionais utilizam glicerina de origem animal. Cheirinho da natureza: aqui você encontra! As três novas fragrâncias, Laranja, Lavanda com Íris e Bacuri, e Capim-limão com Alecrim e Cupuaçu, foram desenvolvidas com exclusividade para a positiv.a por uma das maiores casas perfumistas do mundo. São fragrâncias livres de petroquímicos e 100% biodegradáveis, com parte das matérias-primas das fragrâncias provenientes de upcycling, ou seja, materiais que seriam descartados, mas foram reutilizados para compor os novos aromas. Além disso, a nova fórmula também inclui uma versão sem fragrância. “Precisamos parar de normalizar que o detergente destrua nossas mãos. Você sabia que muitos detergentes comuns contêm derivados de petróleo? E o pior é que você pode acabar ingerindo esses resíduos que ficam na louça aos poucos. Por isso, nossos lava louças são 100% naturais, livres de derivados de petróleo e de qualquer substância nociva”, explica Marcella Zambardino, cofundadora da positiv.a. Lavar louça como um ato Mindfulness Um estudo da Universidade do estado da Flórida (FSU) revelou que lavar a louça pode aliviar o estresse, desde que seja feito de forma calma e consciente, uma tarefa de cada vez. A pesquisa visava entender como aplicar os princípios de mindfulness às atividades diárias, mostrando que realizar tarefas domésticas com foco e cuidado pode reduzir a tensão e problemas psicológicos. Uma combinação de aromas que trazem bem-estar no momento da lavagem das louças e trabalham frutos e flores da nossa terrinha. Vem fazer parte da solução e experimentar um produto inovador, que não causa alergia, é livre de petroquímicos e fragrâncias artificiais, vegano e 100% natural. Ah! E o frasco é de plástico 100% reciclado e reciclável. Tem mais alguma dúvida sobre nosso lava-louças ecológico? Então comenta aqui e não deixa de conhecer essa novidade em nosso site!

O que o plástico que você joga fora tem a ver com os oceanos?

A cada ano, pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico são jogadas nos oceanos. Inclusive, todo o plástico já produzido desde sua invenção em 1862 ainda persiste na Terra. Se continuarmos a produzi-lo nesse ritmo sem refletir sobre seu ciclo de vida, em 50 anos, haverá mais plástico do que peixes nos oceanos. Onde se encontra a maioria do plástico produzido? A maior parte do lixo marinho é plástico: entre 50% e 80% dos resíduos encontrados no mar são compostos por esse material, e ele também é o item mais recolhido em ações de limpeza de praias. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a poluição plástica marinha aumentou 10 vezes desde 1980, afetando pelo menos 267 espécies animais, incluindo 86% das tartarugas marinhas, 44% das aves marinhas e 43% dos mamíferos marinhos. Como o lixo plástico impacta a vida nos mares? Um relatório recente da PNUMA, revelou que mais de 14 milhões de toneladas de plástico entram e danificam os ecossistemas aquáticos a cada ano. Essa poluição causa diversos danos à vida marinha: animais se enroscam em pedaços maiores, confundem fragmentos menores com alimento e as margens costeiras são sufocadas por esse material. Por que o plástico é um problema para o meio ambiente? A poluição plástica é uma grande ameaça aos ecossistemas, ao clima e ao bem-estar humano. Globalmente, 46% dos resíduos plásticos são depositados em aterros, 22% são mal geridos e transformam-se em lixo, 17% são incinerados e 15% são coletados para reciclagem, com menos de 9% realmente reciclados. Por que é importante reduzir o consumo de plástico? No mesmo relatório, a PNUMA mostra que poderíamos reduzir a poluição por plásticos em 80% até 2040, se adotarmos medidas imediatas de reutilização, reciclagem, reorientação e diversificação para abandonar o uso de plásticos. Desta forma, o Programa promove três mudanças no mercado para mitigar estes impactos: Reúso: A promoção de opções de reúso, incluindo garrafas reabastecíveis, dispensadores a granel, esquemas de caução, esquemas de devolução de embalagens etc., pode reduzir em 30% a poluição por plástico até 2040. Reciclar: Reduzir a poluição plástica em mais 20% até 2040 pode ser possível se a reciclagem se tornar um empreendimento mais estável e lucrativo. A remoção dos subsídios aos combustíveis fósseis, a aplicação de diretrizes de design para melhorar a reciclagem e outras medidas podem aumentar a parcela de plásticos economicamente recicláveis de 21% para 50%. Reorientar e diversificar: A substituição cuidadosa de produtos, como embalagens plásticas, sachês e embalagens para viagem, por produtos feitos de materiais alternativos (como papel ou materiais compostáveis) pode proporcionar uma redução adicional de 17% na poluição plástica. Se não agirmos agora, em cinco anos, 80 milhões de toneladas a mais de plástico poluirão os oceanos até 2040.

Autocuidado: a escolha dos cosméticos também fazem parte!

O que é autocuidado? Autocuidado refere-se à prática de tomar medidas conscientes e proativas para manter, promover ou restaurar a própria saúde física, mental e emocional. Isso envolve uma variedade de hábitos e comportamentos saudáveis, como alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares, sono adequado, gerenciamento do estresse, cuidados com a higiene pessoal, a famosa skincare, e busca de apoio médico quando necessário. O autocuidado é uma parte essencial do bem-estar geral e da qualidade de vida. Ter momentos de autocuidado varia de pessoa para pessoa, desde acender uma vela aromática, ler um livro, meditar até os cuidados com a pele. O que é skincare? “Skincare” em tradução livre para o português é “cuidados com a pele“. Refere-se à prática de cuidar da pele do rosto e do corpo utilizando uma variedade de produtos e técnicas, com o objetivo de manter a pele saudável, hidratada e protegida contra danos externos, como raios UV, luz azul (telas e luz ambiente artificial), poluição, radicais livres e outros fatores que possam prejudicar sua saúde e aparência. Além dos benefícios estéticos, é preciso lembrar que a pele é o maior órgão do corpo humano e, cuidar dela, é também um ato de saúde, prevenindo contra infecções, alergias e câncer. O que são cosméticos em geral? Um cosmético é um produto utilizado para melhorar ou alterar a aparência física da pele. Eles podem incluir uma ampla variedade de itens, como maquiagem, produtos para cuidados com a pele, perfumes, produtos para cuidados com os cabelos e outros itens relacionados à beleza e higiene pessoal. Geralmente, os cosméticos são aplicados externamente na pele, cabelos, unhas ou lábios para fins estéticos e de autocuidado. Diferença e o que são: Cosméticos convencionais, veganos, cosméticos naturais, cruelty free, cosméticos clean beauty Cosméticos convencionais: Produtos vendidos geralmente em mercado/drogarias, fáceis de encontrar, possuem ingredientes que podem ser prejudiciais ao organismo e ao meio ambiente, podem conter substâncias de origem animal, parabenos, derivados de petróleo, sintéticos e etc. Exemplo: antitranspirantes em aerosol com cloridrato de alumínio em sua composição. Cosméticos veganos/cruelty free: Não possuem ingredientes de origem animal nem fazem testes em animais, MAS podem conter substâncias prejudiciais ao organismo e ao meio ambiente como parabenos, derivados de petróleo, conservantes ou fragrâncias sintéticas. Cosméticos clean beauty (beleza limpa): Um termo que se refere a produtos de beleza que são formulados com ingredientes naturais de origem vegetal, mineral e/ou orgânicos, evitando substâncias consideradas prejudiciais à saúde humana ou ao meio ambiente. Esses produtos geralmente são livres de ingredientes como parabenos, ftalatos, sulfatos, fragrâncias sintéticas alergênicas, corantes artificiais e outros aditivos químicos questionáveis. O objetivo dos cosméticos “clean beauty” é oferecer opções mais seguras e sustentáveis para cuidados com a pele, cabelo e maquiagem, PORÉM podem ter ingredientes sintéticos que não são prejudiciais ao organismo nem ao meio ambiente. Cosméticos naturais: Deve ter em sua composição ingredientes de origem natural (vegetal/mineral/animal, como o mel das abelhas), como extratos de plantas, óleos essenciais, manteigas vegetais, argilas, entre outros, não possuem aditivos químicos prejudiciais ao meio ambiente ou organismo (assemelhando-se ao clean beauty) Como saber se o cosmético é natural ou convencional? Segundo as diretrizes do Instituto Biodinâmico (IBD) o cosmético para ser considerado natural deve conter (em relação à formulação total) um mínimo de 15% de substâncias naturais não modificadas e ao menos 70% das substâncias naturais de origem vegetal ou animal derivadas encontradas no produto devem vir de manejo orgânico controlado e/ou extrativismo controlado, com impacto baixo ao meio ambiente. Costumo dizer que quanto maior a lista e mais difíceis os nomes dos ingredientes em uma fórmula, menores as chances de ser um produto “limpo” e/ou natural. Pesquisar por nomes de ingredientes que você desconhece é a grande chave do negócio. Estes são alguns dos ingredientes que não devem fazer parte da lista de um cosmético limpo e/ou natural, bem como corantes e conservantes sintéticos: Phenoxyethanol (conservante sintético). Triclosan (conservante sintético). Aluminium Chlorohydrate (agente antitranspirante). Methylparaben (parabenos). Dimethicone/Polydimethylsiloxane (silicone sintético). Por que usar cosméticos naturais? Usar cosméticos naturais traz diversos benefícios tanto para a pele/cabelos/organismo quanto para o meio ambiente. Aqui estão algumas razões para optar por eles:  Ingredientes mais suaves; Menos produtos químicos nocivos; Menor impacto ambiental; Compatibilidade com diferentes tipos de pele (até mesmo as mais sensíveis); Bem estar animal (muitas marcas de cosméticos naturais são veganas/cruelty free, ou seja, não testam em animais ou usam ingredientes de origem animal). Em resumo, optar por cosméticos naturais é uma escolha que promove tanto a saúde da sua pele e organismo quanto a saúde do planeta. Como cuidar da pele com produtos naturais? Ter uma rotina de skincare e autocuidado com produtos naturais é super possível, os produtos encontrados variam desde sabonetes até hidratantes e perfumes. Aqui estão algumas dicas positivas: Limpeza com ingredientes naturais: Use óleos naturais como óleo de coco ou manteiga de cupuaçu para remover maquiagem e impurezas. O mel também é um ótimo limpador natural, pois possui propriedades antibacterianas. Hidratação com óleos naturais: Utilize óleos naturais como óleo de jojoba, argan, gergelim ou rosa mosqueta para hidratar a pele. Eles são ricos em antioxidantes e ácidos graxos essenciais que ajudam a manter a pele macia e nutrida. Proteção solar natural: Geralmente os protetores solares naturais são de origem mineral (óxido de zinco), para proteger a pele dos raios UV além da luz azul (luz ambiente artificial e telas). Sempre é bom usar um protetor solar adequado. Beber água: Manter-se hidratado é fundamental para uma pele saudável. Beba bastante água ao longo do dia para manter a pele hidratada de dentro para fora. Alimentação saudável: Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras pode ajudar a manter a pele saudável e radiante. Evite produtos químicos agressivos: Opte por produtos de cuidados com a pele que contenham ingredientes naturais e evite produtos que contenham fragrâncias sintéticas, corantes ou conservantes químicos. Evite desodorantes que sejam antitranspirantes: Os sais de alumínio (Aluminium Chlorohydrate) encontrados nestes produtos têm sido associados a preocupações com a saúde, incluindo possíveis ligações com o câncer de mama e distúrbios hormonais, dê

Como identificar tipos de plástico?

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Entendendo as Diferenças entre Bioplásticos e Plásticos Convencionais. No mundo atual, a preocupação com o meio ambiente está levando à busca por alternativas mais sustentáveis aos plásticos convencionais derivados de fontes fósseis.  Nesse contexto, surgem os bioplásticos, que apresentam uma variedade de características distintas em relação aos plásticos tradicionais.  Vamos explorar as diferenças entre eles? Como se classificam os plásticos? Plásticos convencionais (não biodegradáveis e de fonte fóssil) Os plásticos convencionais, como PE (polietileno), PP (polipropileno) e PET (polietileno tereftalato), são derivados de fontes fósseis, como petróleo ou gás natural. Eles são altamente duráveis e não biodegradáveis, o que significa que podem persistir no meio ambiente por centenas de anos após o descarte. A poluição causada por esses plásticos tem sido uma das principais preocupações ambientais, devido à sua lenta degradação e aos impactos negativos na vida selvagem e nos ecossistemas marinhos. Bioplásticos não biodegradáveis, mas de fonte renovável (PE, PET, PA) Os bioplásticos como PE (polietileno), PET (polietileno tereftalato) e PA (poliamida) são produzidos a partir de fontes renováveis, como cana-de-açúcar, milho, beterraba, entre outras. Embora sejam derivados de fontes biológicas, esses bioplásticos não são biodegradáveis, o que significa que não se decompõem facilmente no meio ambiente. Eles compartilham muitas das propriedades dos plásticos convencionais, como durabilidade e resistência, mas oferecem uma pegada de carbono potencialmente menor devido à sua origem renovável. Bioplásticos biodegradáveis e de fonte renovável (PLA, PHA, PBS) Os bioplásticos biodegradáveis, como o PLA (ácido poliláctico), PHA (polihidroxialcanoato) e PBS (polibutileno succinato), são produzidos a partir de fontes renováveis, como amido de milho, cana-de-açúcar, óleos vegetais, entre outros. Eles são capazes de se decompor em componentes naturais através de processos biológicos, tornando-os uma alternativa mais amigável ao meio ambiente. No entanto, é importante observar que a biodegradabilidade desses bioplásticos pode depender das condições ambientais específicas em que são descartados. Leia também, por que é importante reciclar? Bioplásticos biodegradáveis e de fonte fóssil (PBAT, PCL) Alguns bioplásticos são produzidos a partir de fontes fósseis, mas ainda são biodegradáveis. Exemplos incluem PBAT (polibutileno adipato tereftalato) e PCL (poliéster cíclico). Embora possuam propriedades de biodegradabilidade, sua origem a partir de fontes não renováveis pode levantar questões sobre sua sustentabilidade a longo prazo. Em resumo, os bioplásticos representam uma alternativa promissora aos plásticos convencionais, oferecendo uma variedade de opções que variam desde os não biodegradáveis, mas biobased, até os biodegradáveis, derivados de fontes renováveis. No entanto, é importante considerar não apenas a biodegradabilidade, mas também a fonte de matéria-prima e os impactos ambientais gerais ao avaliar a sustentabilidade desses materiais. O saquinho interno dos produtos em pó da positiv.a, são feitos a base de Amido, tem o certificado TUV de compostabilidade (certificado internacional) e biobased. Se cair no mar, se biodegrada em 6 meses. No lixo orgânico/compostagem, se biodegrada em 6 meses. No aterro, se biodegrada de 6 meses. E no meio ambiente: 16 a 20 meses. Opte por embalagens de plástico reciclado e com cores neutras. Empresas comprometidas com a sustentabilidade geralmente divulgam essa informação de forma transparente em seus rótulos e materiais de comunicação. Questionar as empresas que você consome e exigir que elas evitem o uso de plástico virgem é uma atitude crucial para impulsionar mudanças positivas. Precisamos utilizar e reciclar o que já está entre nós. 💚   Leticia Lomonaco, Coordenadora de Marketing de Produto da positiv.a

Escalda-pés: Dicas para um ritual relaxante e revigorante

A rotina do dia a dia, como todos sabemos, nos deixa esgotados ao final do dia. No entanto, poucos dedicam um tempo antes de dormir para relaxar e liberar as tensões do dia, como com um escalda-pés. É importante lembrar que os pés possuem uma representação fiel de todo o organismo, com pelo menos um plexo capaz de estimular cada órgão, e vice-versa. Neste artigo, apresentaremos os benefícios de fazer um escalda-pés e uma massagem terapêutica nos pés antes de dormir. Você vai precisar de: Uma bacia, suficiente para imergir os pés Água morna Óleo essencial, opcional Toalha para secar os pés Óleo de coco Qual a finalidade do escalda pés? A água morna do escalda-pés proporciona diversos benefícios para a saúde e o bem-estar, como: 1. Relaxamento muscular e redução do estresse: O calor da água ajuda a relaxar os músculos dos pés, aliviando a tensão acumulada ao longo do dia. Isso pode ser especialmente útil para quem trabalha em pé ou pratica atividades físicas intensas. 2. Melhora da circulação sanguínea: O calor dilata os vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue para os pés. Isso pode ajudar a reduzir a sensação de pés frios e melhorar a oxigenação dos tecidos. 3. Alívio de dores e redução do inchaço: O escalda-pés pode ser um aliado no alívio de dores nos pés causadas por longos períodos em pé, uso de calçados inadequados. Além disso, ajuda a dilatar os vasos linfáticos, promovendo a drenagem de líquidos retidos nos pés e tornozelos. 4. Cuidados com a pele: A água morna hidrata e amacia a pele dos pés, facilitando a remoção de calosidades e cutículas secas.  5. Sono mais tranquilo: Um escalda-pés relaxante antes de dormir pode te ajudar a ter uma noite de sono mais tranquila e reparadora. O efeito relaxante nos músculos e a melhora da circulação sanguínea contribuem para um sono mais profundo e restaurador. Como fazer um escalda-pés? Encha a bacia com água morna a uma altura suficiente para cobrir os pés até os tornozelos. Sente-se em uma posição confortável com a bacia posicionada à sua frente. Coloque os pés na água morna e relaxe por 15 a 20 minutos. Se preferir, você pode ouvir uma música relaxante e diminuir a luz ambiente para promover o relaxamento. Após o tempo de imersão, retire os pés da água e seque-os bem com uma toalha. Aplique um óleo hidratante nos pés, massageando suavemente para uma hidratação extra e relaxamento. O que colocar na água para relaxar os pés? Para um efeito aromático e terapêutico adicional, você pode adicionar algumas gotas de óleos essenciais à água, como lavanda, camomila ou eucalipto. Ervas frescas como camomila, hortelã ou melissa também podem ser usadas para um efeito calmante e refrescante. Dica positiv.a: Para um cuidado completo, realize uma esfoliação suave com um creme esfoliante para remover células mortas da pele e estimular a circulação sanguínea. Em seguida, aplique um óleo hidratante e use meias macias e confortáveis para manter a hidratação e os pés aquecidos durante a noite. Para que serve massagear os pés? A massagem nos pés promove relaxamento profundo e combate o estresse acumulado ao estimular pontos específicos que liberam endorfina, o hormônio natural do bem-estar. Além disso, a técnica ajuda a aliviar a tensão muscular nos pés, tornozelos e panturrilhas, proporcionando uma sensação de leveza e conforto. Como fazer massagem nos pés? Após o escalda-pés e com os pés secos, sente-se confortavelmente em uma cadeira ou no chão, em uma posição que facilite o alcance dos seus pés. Aplique uma pequena quantidade de óleo de coco nas mãos e esfregue-as até distribuí-lo uniformemente. Segure o pé com ambas as mãos e use os polegares para fazer movimentos circulares na planta do pé, começando no calcanhar e subindo até a base dos dedos. Isso promove a circulação sanguínea e relaxa os músculos. Use movimentos circulares para massagear as áreas mais tensas. Massageie a parte superior do pé e o tornozelo com movimentos circulares usando os dedos, aplicando uma pressão mais leve nesta área para evitar desconforto. Repita todo o processo no outro pé. Para que é bom o óleo de coco? O óleo de coco tem a capacidade de preservar a umidade natural da pele, além de fornecer hidratação. Ele atua como agente emoliente, formando uma barreira na superfície da pele que ajuda a reter a umidade natural nela, ao mesmo tempo em que fornece nutrientes e ácidos graxos essenciais para mantê-la saudável e flexível. O óleo de coco com toque de lavanda da positiv.a, é 100% natural, de origem brasileira, da Bahia, orgânico e agroecológico. Sua extração por prensagem a frio, garante a conservação dos nutrientes. Além disso, não causa alergia, é livre de petroquímicos e vegano. O óleo de coco é um hidratante perfeito para um pós banho relaxante e cheiroso já que ele tem a perfumação do óleo essencial de lavanda. Com embalagem de vidro âmbar e com plástico mínimo e maior usabilidade, permitindo que saia a quantidade ideal nas suas mãos. Faça do escalda-pés um ritual diário de autocuidado. Tanto o escalda-pés quanto a massagem nos pés são práticas simples e eficazes que oferecem uma ampla gama de benefícios para a saúde física e mental. Integrar essas técnicas em sua rotina pode proporcionar um alívio significativo do estresse, promover a circulação sanguínea, aliviar dores e desconfortos, e melhorar a qualidade do sono.

Cabelos longos e saudáveis: Diga sim ao óleo de gergelim

Cabelos longos com óleo de gergelim

Sabia que o crescimento do cabelo também é algo genético e interno? A especialista e Terapeuta Capilar, Luana Santana, compartilhou algumas dicas. Fique aqui conosco! Nossos cabelos crescem em torno de 0,5 cm a 1,5 cm por mês. Se o organismo estiver saudável, essa média de crescimento será atingida. Isso pode ser alcançado com uma boa alimentação, consumo adequado de água e bons hábitos de vida. Além disso, a escolha de produtos de qualidade e naturais também influencia na forma como nosso organismo absorve todos os nutrientes, como o óleo de gergelim. O óleo vegetal de gergelim é uma fonte rica em ácidos graxos, como ômega 6 e 9, e vitamina E. Com isso, renovamos o manto hidrolipídico do couro cabeludo e, ao associarmos à massagem capilar, promovemos a vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo e o aporte de nutrientes para a região, estimulando o crescimento capilar. Esse ritual pode ser feito uma vez por semana ou a cada 15 dias. Siga as instruções abaixo: Aplique algumas gotas do óleo de gergelim no couro cabeludo seco. Deixe agir por 30 minutos. Lave o cabelo com shampoo e condicionador de sua preferência. O óleo de gergelim da positiv.a é 100% natural, livre de petroquímicos e hipoalergênico. Vem da agricultura familiar da Chapada dos Veadeiros, onde todo o processo é agroecológico. Isso significa que materiais são reaproveitados em todo o processo e que a extração é feita a frio, preservando os nutrientes, a cor, o aroma e a característica única dessa semente/óleo. Aqui você encontra mais benefícios sobre o óleo de gergelim. positiv.a para você, positivo para o planeta 💚

O que é contaminação microbiológica

contaminação microbiológica

A contaminação microbiológica ocorre quando microrganismos (Escherichia coli , Pseudomonas, Staphylococcus aureus, fungos, bolores e outros) indesejados podem se desenvolver durante a fabricação de produtos saneantes e cosméticos devido a condições inadequadas de higiene durante a manipulação de matérias-primas, equipamentos ou áreas fabris. Ao utilizar um produto contaminado com alguns desses microrganismos citados acima, pode ocorrer: infecções cutâneas, reações alérgicas e dermatites, infecções respiratórias e outros. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pode solicitar o recall, bloqueio de lotes e/ou até cancelar notificação de produtos saneantes e cosméticos em casos de contaminações microbiológicas significativas que representem riscos à saúde pública. Para garantir a segurança dos produtos e a saúde dos consumidores, é crucial que existam processos de prevenção. Vários fatores podem contribuir para a contaminação acontecer, tais como: Limpeza e desinfecção inadequadas: Equipamentos e instalações mal limpos são fontes potenciais de contaminação. Falta de higiene dos funcionários: Isso inclui práticas como uniformes sujos, má lavagem das mãos após o uso do banheiro e antes de entrar em áreas de produção, entre outras condutas inadequadas de higiene pessoal. Uso de água não potável: Água contaminada pode introduzir microrganismos indesejados nos produtos. Armazenamento inadequado: Matérias-primas e produtos acabados devem ser armazenados corretamente para evitar a contaminação. Condições ambientais desfavoráveis: Temperatura e umidade mal controladas podem promover o crescimento microbiano. Falta de controle de pragas: Insetos, roedores e outros animais podem trazer microrganismos nocivos para a área de produção. Introdução de microrganismos por embalagens ou materiais de contato: Embalagens e materiais utilizados na produção podem conter microrganismos que contaminam os produtos. Contaminação pelo ar: O ar contaminado pode transportar microrganismos durante o processo de fabricação. Ausência ou dosagem insuficiente de preservantes: Em formulações sensíveis à contaminação, a falta ou quantidade inadequada de preservantes pode permitir o crescimento de microrganismos. Para prevenir a contaminação microbiológica, é essencial implementar técnicas de Boas Práticas de Fabricação (BPF) que orientam quanto à esses pontos. Isso inclui o treinamento adequado dos funcionários, a implementação de protocolos rigorosos de limpeza e desinfecção, o uso de água potável, o armazenamento adequado, o controle de pragas, o monitoramento microbiológico regular e ação corretiva imediata quando necessário.” Por Daiane Ribeiro, Coordenadora de P&D da positiv.a

Como limpar a lixeira do banheiro

lixeira do banheiro

Embora a limpeza regular da lixeira do banheiro seja uma prática comum, é frequente que o mau cheiro persista mesmo após a limpeza. Para solucionar esse problema de forma definitiva, é fundamental utilizar os produtos e técnicas adequadas. Este passo a passo detalhado irá te auxiliar nesse processo. Você vai precisar de: Tira manchas positiv.a Lava louças ou sabão de coco Esfregão ou bucha Como evitar o mau cheiro na lixeira do banheiro? 1. Remova todo o lixo da lixeira e descarte-o de forma adequada. 2. Leve a lixeira para a área de serviço ou área externa. Para remover qualquer resíduo solto, borrife um pouco do multiuso pronto uso e enxágue com água. 3. No balde da lixeira a ser higienizada, adicione uma colher de sopa rasa do Tira Manchas e água quente. Observe como o efeito do Tira Manchas 100% natural, composto por bicarbonato e percarbonato de sódio, começa a agir, formando bolhas que sobem pelo balde. A quantidade de água necessária dependerá do tamanho do balde. 4. Deixe o balde de molho por 1 a 2 horas. Em seguida, descarte a água no ralo. 5. Adicione algumas gotas do lava-louças ao esfregão ou bucha (a mesma que você utiliza para limpar o banheiro) e esfregue todas as superfícies internas e externas da lixeira. 6. Enxágue a lixeira completamente com água limpa para remover qualquer resíduo de sabão. 7. Deixe a lixeira secar ao ar livre ou utilize um pano limpo para secá-la completamente. 8. Após a lixeira secar completamente, retorne-a ao seu local no banheiro. Para limpar a área externa da lixeira, utilize um pano limpo umedecido com multiuso pronto uso. Dica positiv.a: Para perfumar o ambiente do banheiro, você pode colocar uma bolinha de algodão ou papel higiênico com algumas gotas de óleo essencial da sua preferência dentro da lixeira do banheiro.

O que é ESG?

ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental (Ambiental), Social (Social) and Governance (Governança), três pilares que servem para avaliar a sustentabilidade socioambiental e o impacto de uma empresa na sociedade. Quem criou o termo ESG? O termo ESG surgiu em 2004 em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial. Na ocasião, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, desafiou 50 CEOs de grandes instituições financeiras a integrarem fatores sociais, ambientais e de governança em suas decisões de investimento. Nos últimos anos, o termo ESG se tornou mais comum na linguagem empresarial, e algumas pessoas podem ter a falsa impressão de que a Sustentabilidade foi substituída por algo novo. No entanto, essa visão não é bem assim. Para Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, “o ESG não é uma evolução da sustentabilidade empresarial, mas sim a própria sustentabilidade empresarial, com o mesmo objetivo”. Além disso, o crescimento da agenda ESG é impulsionado, em grande parte, pela preeminência da emergência climática. Segundo a ONU, limitar o aquecimento global a 1,5ºC em relação à era pré-industrial exige um corte de 45% nas emissões de carbono até 2030, chegando a zero até 2050. Mais de 70 países, responsáveis por cerca de 76% das emissões globais, já se comprometeram com metas de neutralidade carbónica. Quais são os 3 pilares do ESG? Ambiental (E): Engloba ações que visam proteger o meio ambiente, como eficiência energética, gestão de resíduos, redução de emissões de carbono, conservação de recursos naturais e biodiversidade, entre outros. Social (S): Envolve aspectos sociais relacionados à atuação da empresa, como responsabilidade social corporativa, relações com funcionários, diversidade e inclusão, direitos humanos, saúde e segurança no trabalho, bem-estar dos colaboradores e engajamento da comunidade, entre outros. Governança Corporativa (G): Diz respeito à estrutura de governança da empresa, incluindo transparência, ética nos negócios, gestão de riscos, integridade corporativa, diversidade no conselho administrativo, entre outros. Como aplicar o ESG na empresa? O nosso papel como cidadãos é incentivar cada vez mais a adoção de práticas sustentáveis e cobrar das empresas um compromisso genuíno e contínuo com a sociedade e o meio ambiente. É aqui que o consumo consciente se torna mais relevante, porque podemos optar por produtos e serviços de empresas que demonstram compromisso real com a sustentabilidade em suas práticas. O Pacto Global da ONU defende que empresas que adotam práticas ESG reconhecem e gerenciam seus impactos na sociedade, buscando minimizar seus impactos negativos e maximizar os positivos na sociedade, conseguindo agir sobre eles, assim como equacionar os prejuízos já provocados. Como dar os primeiros passos? Um bom ponto de partida para as empresas é se fazerem duas perguntas: 1. A empresa está em conformidade com os Dez Princípios do Pacto Global? DIREITOS HUMANOS: Respeitar e apoiar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente na sua área de influência. Assegurar a não participação da empresa em violações dos direitos humanos TRABALHO: Apoiar a liberdade de asssociação e reconhecer o direto à negociação coletiva. Eliminar todas as formas de trabalho forçado ou compulsório Erradicar todas as formas de trabalho infantil da sua cadeia produtiva Estimular práticas que eliminem qualquer tipo de discriminação no emprego. MEIO AMBIENTE: Assumir práticas que adotem uma abordagem preventiva, responsável e proativa para os desafios ambientais. Desenvolver iniciativas e práticas para promover e disseminar a responsabilidade socioambiental. Incentivar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias ambientalmente responsáveis. ANTICORRUPÇÃO: Combater a corrupção em todas as suas formas, incluindo a extorsão e o suborno. 2. A empresa tem projetos que contribuem para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU? Em 2015, a ONU propôs aos seus países membros uma nova agenda de desenvolvimento sustentável para os próximos 15 anos, a Agenda 2030, composta pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).​ Empresas com práticas ESG gerenciam seus impactos sociais, ambientais e de governança de forma a promover práticas mais sustentáveis, justas e transparentes, gerando benefícios financeiros, reputacionais e de longo prazo. “O negócio dos negócios é o negócio sustentável. As empresas precisam existir por muitos anos em uma sociedade em constante transformação. Portanto, todas as empresas de todos os setores precisam encontrar maneiras próprias de inseri-la no core do seu modelo de negócios, para que possam estar no mercado por muitas décadas” – Fábio C. Barbosa*, conselheiro do Itaú-Unibanco, da Natura e do Gávea Investimentos. Vamos juntas (os) multiplicar estes impactos? 🌎 *Ref. Livro: Humano de negócios do Rodrigo V. Cunha.