Hobbies como autocuidado: o que a ciência diz sobre fazer algo só por prazer

Durante muito tempo, cuidar de si mesma foi associado apenas a descanso, alimentação ou exames de rotina. Mas existe um outro tipo de cuidado que costuma passar despercebido no meio da correria: fazer algo simplesmente porque dá prazer. Sem obrigação. Sem produtividade. Sem transformar tudo em meta. Pode ser jardinagem, pintura, dança, culinária, bordado, leitura ou até aprender algo completamente novo. O ponto em comum entre os hobbies é justamente esse: são atividades feitas porque fazem bem. E cada vez mais estudos mostram que isso não é apenas um “luxo” da rotina. É saúde mental. O problema do “não tenho tempo para mim” Existe uma sensação muito comum de que o tempo pessoal sempre fica para depois. A rotina da casa, trabalho, filhos, família, responsabilidades e demandas invisíveis acabam ocupando todos os espaços do dia. E, aos poucos, muitas mulheres deixam de lado atividades que antes gostavam ou sequer descobrem o que realmente gostam de fazer por si mesmas. Nesse contexto, ter um hobby pode parecer algo secundário ou até “egoísta”. Mas a ciência mostra justamente o contrário. Atividades prazerosas e feitas de forma voluntária estão diretamente associadas à redução do estresse crônico, melhora da qualidade de vida e sensação maior de bem-estar emocional. O que as pesquisas mostram sobre hobbies e saúde mental Pesquisadores da American Psychological Association apontam que pessoas que mantêm hobbies regulares tendem a apresentar níveis menores de ansiedade, estresse e sintomas depressivos. Além disso, estudos de neuroimagem mostram que atividades prazerosas ativam áreas importantes do sistema de recompensa cerebral, estimulando a liberação de dopamina, o neurotransmissor ligado à motivação, prazer e sensação de satisfação. Na prática, isso ajuda o cérebro a “desligar” do excesso de preocupação cotidiana. Outro ponto interessante é o chamado estado de “flow”, conceito estudado pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi. Esse estado acontece quando estamos completamente imersos em uma atividade prazerosa e perdemos a noção do tempo. Pintar, cozinhar, costurar, tocar um instrumento, cuidar de plantas ou montar quebra-cabeças são exemplos clássicos de atividades que favorecem esse estado mental. Pesquisas mostram que o “flow” reduz o ruído mental, melhora o foco e produz efeitos muito semelhantes aos observados em práticas meditativas. O que hobbies têm a ver com longevidade? Muito mais do que distração, hobbies também aparecem em pesquisas sobre envelhecimento saudável. Estudos ligados às chamadas Blue Zones (regiões do mundo onde as pessoas vivem mais e com melhor qualidade de vida) mostram que lazer ativo, senso de propósito e participação em atividades prazerosas fazem parte da rotina das populações mais longevas. Essas atividades ajudam a: reduzir estresse crônico, manter o cérebro ativo, fortalecer vínculos sociais, estimular criatividade e curiosidade, preservar funções cognitivas ao longo da vida. O hobby não é apenas passatempo. Ele também funciona como um importante fator de proteção emocional e cognitiva. Hobbies que fazem bem para a mente e para o corpo Jardinagem e contato com a natureza Mexer com plantas pode parecer simples, mas estudos associam o contato com a natureza à redução dos níveis de cortisol, hormônio ligado ao estresse. Algumas pesquisas também observam que determinadas bactérias presentes no solo podem estimular mecanismos relacionados à produção de serotonina, neurotransmissor associado à sensação de bem-estar. Além disso, cuidar de plantas ajuda a desacelerar e criar pequenos momentos de presença no cotidiano. Culinária criativa Aqui não estamos falando da obrigação diária de cozinhar correndo. A proposta é transformar a cozinha em experiência: testar uma receita nova, explorar sabores diferentes, aprender técnicas ou preparar algo especial apenas pelo prazer do processo. Quando a atividade deixa de ser obrigação e passa a ser escolha, ela muda completamente de significado emocional. Trabalhos manuais e artesanato Crochê, bordado, tricô, cerâmica, pintura e outros trabalhos manuais aparecem frequentemente em estudos relacionados ao estado de flow. Essas atividades ajudam a reduzir a ansiedade justamente porque exigem concentração leve e repetitiva, funcionando quase como uma pausa mental da sobrecarga cotidiana. Leitura como lazer Ler por prazer também é um hobby extremamente poderoso. Clubes de leitura, literatura estrangeira, romances, biografias ou gêneros diferentes estimulam imaginação, memória e interpretação, além de criarem momentos reais de desconexão da rotina acelerada. Movimento sem obrigação Nem toda atividade física precisa parecer treino. Dança, caminhadas ao ar livre, hidroginástica, natação e outras atividades prazerosas costumam gerar maior constância justamente porque não são movidas apenas por cobrança estética ou performance. Tente colocar um alongamento ou ioga no youtube, faça no seu tempo, do seu jeito e sem julgamentos. Você vai ver como essa movimentação já vai trazer um ar diferente e tranquilidade. O corpo se movimenta, mas a mente também descansa. Aprender algo novo Aprender um idioma, tocar um instrumento ou desenvolver uma habilidade diferente estimula conexões neurais importantes e ajuda a manter o cérebro ativo ao longo dos anos. A novidade cognitiva funciona como um exercício para a mente. Como começar sem transformar o hobby em obrigação Talvez a parte mais importante seja justamente essa: hobby não precisa virar produtividade. Você não precisa ser boa naquilo. Não precisa monetizar. Não precisa postar. Não precisa transformar em trabalho. O objetivo é prazer e é pra ser uma coisa sua. Começar pequeno costuma funcionar melhor: 30 minutos uma ou duas vezes por semana sem pressão sem expectativa de desempenho Também vale experimentar antes de investir dinheiro ou criar metas rígidas. Às vezes, o que você gostava há anos já não faz mais sentido hoje e tudo bem. Redescobrir interesses também faz parte do processo. E não se cobre por não gostar de algo, não temos que levar até o fim porque começamos, se permita largar no caminho e tentar outra coisa. Cuidar da vida também é autocuidado Quando falamos em saúde, normalmente pensamos em alimentação, exames ou atividade física. Mas saúde emocional também é construída nos pequenos momentos de prazer, presença e descanso mental. Cuidar da casa é importante. Cuidar das pessoas que amamos também. Mas reservar espaço para si mesma não deveria ser o último item da lista. A positiv.a acredita justamente em um cuidado mais amplo: escolhas que fazem bem para
Donas de casa também podem ter burnout invisível

Quando falamos em burnout, muita gente pensa automaticamente em trabalho formal e pressão profissional. Mas existe um tipo de esgotamento que muitas vezes passa despercebido: o cansaço mental causado pela sobrecarga doméstica. A rotina da casa envolve uma sequência de tarefas que parecem pequenas quando vistas isoladamente, mas que, somadas, podem gerar uma carga física e emocional muito grande. O que é sobrecarga doméstica? A sobrecarga doméstica é o acúmulo de funções sobre uma mesma pessoa. Na maioria das vezes, essa pessoa é uma mulher. Ela acorda já com tarefas pré-determinadas na cabeça, começa executando uma lista mental de atividades e, no meio do caminho, surgem outras e mais outras tarefas. É uma rotina que parece não ter fim e que recai sobre uma única pessoa, gerando cansaço físico e mental. Esse fenômeno é mais comum do que parece. Segundo uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo, 34,3% das mulheres brasileiras vivem algum nível de sobrecarga doméstica. Entre mulheres casadas ou em união estável, esse número sobe para 41,6%, mostrando como a divisão desigual das tarefas ainda é uma realidade em muitos lares. Quando há crianças na casa, essa demanda cresce ainda mais. Além da rotina doméstica, surgem responsabilidades relacionadas ao cuidado diário: organizar uniformes e roupas, preparar lancheiras, acompanhar tarefas escolares, lembrar de compromissos, consultas, vacinas, reuniões e tantas outras pequenas decisões que fazem parte da maternidade. São atividades que exigem atenção contínua, planejamento e principalmente precisam ser divididas pra não tomar toda a saúde mental de uma pessoa só. Por que a exaustão passa despercebida? A exaustão doméstica muitas vezes passa despercebida porque toda a responsabilidade está concentrada em uma única pessoa. E, em muitos lares, isso acontece justamente porque esse cuidado ainda é socialmente esperado das mulheres, quase como uma obrigação. Quem não está diretamente envolvido na rotina da casa muitas vezes não percebe a carga mental que existe por trás de cada tarefa. Enquanto isso, os outros moradores simplesmente desfrutam de um ambiente organizado: a comida está pronta, a roupa está lavada, o banheiro está limpo. Raramente se questiona quem fez tudo isso, quanto tempo levou ou se essas tarefas poderiam ser divididas. Com o tempo, esse padrão pode gerar cansaço mental profundo, irritação constante e sensação de nunca conseguir descansar de verdade. Ponto importante: demandas invisíveis Além das tarefas visíveis, existem também as chamadas demandas invisíveis, pequenas preocupações que ficam ocupando espaço na cabeça o tempo todo. São aquelas coisas que quase ninguém percebe, mas que alguém sempre está lembrando: verificar os itens que faltam em casa elaborar a lista de supermercado o que vai ter pra comer no almoço e no jantar fechar as janelas e portas desligar o gás a toalha que precisa ser trocada, a roupa de cama descongelar a carne/frango Essas pequenas pendências parecem simples, mas juntas formam uma carga mental constante. Alguém sempre está pensando nisso e, na maioria das vezes, essa pessoa é a mulher responsável pela organização da casa. Ter que fazer tudo e ainda ter que pedir ajuda, é mais cansativo ainda, a demanda mental aumenta e ela acaba fazendo tudo sozinha. Esse acúmulo silencioso é o que muitos especialistas chamam de carga mental feminina, um tipo de trabalho invisível que consome energia emocional mesmo quando ninguém percebe. Divisão de tarefas e diálogo Quando a sobrecarga chega perto do limite, falar em organização ou planilhas pode até soar irreal. Para quem já está exausta, criar listas de tarefas pode parecer apenas mais uma tarefa na lista infinita da cabeça. Por isso, o primeiro passo não é organizar tudo perfeitamente, é mudar a forma de olhar para essa responsabilidade. Muitas mulheres cresceram ouvindo, direta ou indiretamente, que precisam dar conta de tudo dentro de casa. Mas a verdade é que ninguém consegue sustentar essa carga sozinho por muito tempo. Talvez seja preciso começar com um pensamento simples, quase como um momento de pausa: você não precisa dar conta de tudo e está tudo bem admitir isso. A partir daí, o caminho pode ser abrir uma conversa dentro de casa. Fazer um planejamento juntos vai tirar essa carga e faz com que todo mundo participe e falar sobre a rotina, explicar o que está pesando e dividir as tarefas de forma real, mesmo que as outras pessoas não façam exatamente do mesmo jeito. E isso também faz parte do processo: aceitar que o resultado pode ser diferente do seu, mas o importante é ter essa divisão e cada um assumir sua responsabilidade. Quebrar esse ciclo é necessário… No começo pode parecer estranho ou desconfortável, mas pequenas mudanças de comportamento ajudam a reduzir a pressão. Nem tudo precisa ser resolvido imediatamente, nem tudo precisa ser perfeito. Escolher as próprias batalhas e ir ajustando a rotina aos poucos já é um passo importante para evitar que a sobrecarga vire exaustão total. Rotina mais consciente Uma rotina mais consciente não significa fazer tudo perfeitamente o tempo todo. Pelo contrário: significa entender que cuidar da casa é uma responsabilidade coletiva e que ninguém precisa carregar tudo sozinho. Cuidar da casa é importante, mas cuidar da saúde mental também é. Quando existe mais equilíbrio, apoio e compreensão dentro do lar, as tarefas deixam de ser um peso constante e passam a fazer parte de uma rotina mais leve e possível para todos. Resumo rápido A sobrecarga doméstica acontece quando uma única pessoa assume a maior parte das tarefas da casa. No Brasil, mais de 34% das mulheres vivem esse tipo de sobrecarga e as demandas invisíveis também contribuem para o cansaço mental. Dividir tarefas e conversar sobre responsabilidades ajuda a reduzir a carga mental, uma rotina mais equilibrada torna a organização da casa mais leve para todos.
Limpeza e bem-estar: a relação entre casa organizada, humor e produtividade

Tem semanas em que a vida e a rotina, no geral, parecem um caos e isso impacta diretamente no nosso humor e na nossa saúde mental. No meio desse furacão, raramente temos ânimo para fazer faxina, e as coisas só vão se acumulando. E vamos ser sinceros: aquela pilha de louça, a bagunça na sala fazendo aniversário, a cadeira que virou cabide de roupas e o banheiro pedindo socorro só servem para nos deixar estressados, desconfortáveis e sobrecarregados. Mas temos ótimas dicas de como melhorar seu ambiente de forma simples e leve, trazendo mais bem-estar e contribuindo para uma casa cheirosa, limpa, confortável e aconchegante, prontinha para ser curtida. Coloque a casa para dormir Você já ouviu essa expressão? Vou te contar como funciona. Antes de dormir, dê aquela geral na casa: recolha as coisas espalhadas e coloque cada uma no seu lugar. Ajeite o sofá, passe um pano nas bancadas e organize a cozinha. A paz de acordar com uma casa minimamente organizada vai deixar seu humor mais leve. Não deixe para fazer tudo no mesmo dia Geralmente, separamos um único dia para a faxina, mas isso demanda uma energia que raramente temos quando chega o fim de semana. Que tal quebrar essas tarefas mais cansativas e encaixá-las ao longo da semana? Assim, você dilui o esforço e diminui a sobrecarga. Exemplo de divisão: Segunda-feira: limpar vidros e espelhos Terça-feira: limpeza do fogão Quarta-feira: tirar pó das superfícies Quinta-feira: dar uma arrumadinha no guarda-roupa Sexta-feira: limpeza mais completa do banheiro Dessa forma, quando chegar o dia da faxina geral, você terá menos coisas para limpar. Isso aumenta as chances de terminar mais cedo e não ficar tão cansado no fim do dia, já que as tarefas “mais chatas” já foram tiradas da frente. Seu local de trabalho O trabalho exige concentração, e um ambiente desorganizado torna muito mais difícil manter o foco e a produtividade. A boa notícia é que, com pequenas atitudes, você consegue criar um espaço mais leve. Aproveitando o espaço: Mantenha sobre o seu local de trabalho apenas o que você está usando no momento. Crie uma rotina de organização diária: nos últimos 5 minutos do dia, guarde papéis e materiais e deixe sua mesa pronta para o dia seguinte. Iluminação adequada: sempre que possível, prefira a luz natural. Se não for viável, use luminárias que deixem o espaço bem iluminado. Plantas no ambiente: além de trazerem vida, criam uma sensação de bem-estar e ainda ajudam a reduzir o estresse. Faça pausas estratégicas: um ambiente organizado não serve apenas para trabalhar, mas também para respirar. Levantar-se, tomar água e se alongar ajuda a recarregar a mente. O nosso Multiuso Pronto Uso pode te ajudar em todas essas tarefas e ser um aliado no dia a dia por ser 6 em 1. Ele desengordura, limpa superfícies e pisos, tira manchas, perfuma, dá brilho e deixa a casa pronta para ser vivida. Sua fórmula é 99% de origem natural, com o poder do álcool e do bicarbonato de sódio, garantindo alta performance sem abrir mão do cuidado: é hipoalergênico, dermatologicamente testado e livre de cloro, corantes, petroquímicos e outros ingredientes tóxicos. Seguro para toda a família até em superfícies que entram em contato com alimentos, como bancadas, fogão e geladeira. Ele seca rápido, sem manchas ou rastros, inclusive em inox e materiais delicados. Além disso, é vegano, não testado em animais e vem em frasco 100% reciclado e reciclável, unindo praticidade, saúde e impacto positivo no planeta. Conclusão No fim das contas, a limpeza não é só sobre deixar tudo brilhando, mas sobre criar um espaço que acolhe e traz paz. Quando a casa está em ordem, a mente também respira melhor e isso não precisa ser pesado ou cansativo. Pequenas atitudes no dia a dia já fazem uma grande diferença no humor, na saúde mental e até na disposição. Começar devagar, sem pressão, é o caminho: aos poucos a bagunça perde a força, o bem-estar ganha espaço e você passa a curtir de verdade tanto o trabalho quanto os momentos de descanso.
Setembro Amarelo: Dicas Positivas para Saúde Mental

No nono mês do ano, ocorre a campanha Setembro Amarelo. Ela tem como objetivo conscientizar a população brasileira sobre a prevenção do suicídio. Neste sentido, diálogos sobre saúde mental tomam lugar de protagonismo mais do que necessário. E nós não poderíamos deixar de falar sobre o tema por aqui! Afinal, para cuidar da Casa, do Corpo e da Natureza, também é necessário cuidar da mente. Confira algumas dicas simples para cuidarmos da saúde mental neste #SetembroAmarelo! 😉 Setembro Amarelo: como cuidar da saúde mental em casa? Abaixo você confere práticas simples para incorporar no seu dia a dia e manter a saúde mental em dia: Ao acordar, se espreguice por uns 5 minutos. Evite levantar correndo. Antes de iniciar suas atividades, procure praticar uma curta meditação por 15 minutos, respirando calmamente. Se você está trabalhando de casa, que tal fazer um café de manhã, um chá no fim da tarde? Ou ler algumas páginas de um livro antes de começar o trabalho e logo após seu término? É importante criar momentos de transição entre diferentes atividades. Quando em um dia com muitas reuniões, procure criar intervalos, nem que seja por 15 minutos, entre elas. Isto te permite absorver o que foi falado em reunião, dar uma pausa para um cafézinho ou realizar alguma ação urgente. Praticar um relaxamento de 15 a 20 minutos no período do almoço também é revitalizante para te preparar para mais meio dia de trabalho. Se você mora com alguém, preserve momentos de troca entre vocês. Se não mora com mais alguém, dê uma parada de 5 minutos, escolha um amigo ou familiar que também está só e mande um áudio perguntando sobre como a pessoa está, falando que hoje está pensando nela. Esta troca pode render um longo bate-papo no final do dia e uma relação muito fortalecedora. Cultive pelo menos de 20 a 30 minutos de atividade física de moderada a intensa diariamente, isso te ajuda não só fisicamente, mas também mentalmente. Como cuidar da saúde mental no trabalho? O trabalho é uma parte importante de nossas vidas, mas não devemos sucumbir a ele. Veja algumas dicas de como ter mais qualidade de vida e saúde no ambiente profissional: Considere reuniões mais curtas, que sejam mais focadas e sem distração. Antes de entrar no assunto, pergunte como todos se sentem, como eles vêm para a reunião, como uma oportunidade de se conectarem além do trabalho. Nas reuniões online, deixe as câmeras ligadas para se sentir mais presente na conversa, procurando desligar a visão de si próprio na tela. Você pode desativar o bloco de vídeo da sua câmera, assim os outros te veem, mas você não se vê. Tire o telefone do campo de visão. Afinal, ter o telefone perto nos faz inconscientemente querer checá-lo toda hora, e isso te distrai da conversa. Desative notificações e pop-ups de apps e softwares de chat e e-mail para focar na reunião. Setembro na pandemia O Setembro Amarelo de 2021 é o segundo que estamos enfrentando junto à pandemia de Covid-19. E mesmo com a vacinação em andamento, ainda precisamos nos precaver e presar pelo distanciamento social. Abaixo você confere algumas dicas de como cultivar sua saúde mental, mesmo em isolamento: Resgate encontros online. Com a pandemia temos menos oportunidade de nos conectarmos com nossos amigos e familiares. Marque para conversar, comemorar aniversários, fazer happy-hours e muito mais de forma virtual. Converse. Não deixe de se abrir e falar mais sobre como você está se sentindo para os próximos. Ouvir e falar com o coração, sem julgamento. Meditação e saúde mental A meditação é uma prática milenar para todos e de grande auxílio na manutenção da saúde mental. Ela não exige experiência prévia ou algum tipo de capacidade física ou mental específica. Essa prática, entre tantos benefícios já comprovados, nos ajuda a viver no momento presente, aumentando nossa calma, traz autoconhecimento e melhora nossa capacidade de aceitação. Que tal aproveitar esse Setembro Amarelo para incluir a meditação no seu dia a dia? Esperamos que tenha gostado das dicas! E caso queira mergulhar mais no assunto, sugerimos conhecer também a Ecoterapia, que nos aproxima da Natureza e nos traz mais qualidade de vida e saúde mental. 🙂